quinta-feira, 22 de outubro de 2015

A JUSTIÇA FOI FEITA: Policial Militar preso há um ano e acusado de matar agente penitenciário é absolvido

CABO GARDINER comemora a sua absolvição junto ao seu advogado e colegas de trabalho

O policial militar Gardiner Chaves Ferreira, acusado de matar o agente penitenciário Ralfis Ferreira dos Santos após uma briga de trânsito foi levado a júri popular hoje (21) e absolvido das acusações.

Segundo alegado pela denúncia do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), o crime foi cometido por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima: o réu abaixou o vidro do carro e, sem dizer nada, efetuou os disparos contra a vítima porque não gostou de ser questionado sobre a forma como conduzia o seu veículo. O julgamento seria realizado no último dia 14, mas foi adiado a pedido da defesa do réu.

Em contato com o advogado do acusado, Dr Ataualpa Chagas, um dos mais renomados criminalista e especialistas na área militar de Brasília e que há poucos dias foi o responsável na absolvição dos 8 policiais acusados de homicídio no conhecido “Massacre da Estrutural” durante o governo Cristovam Buarque, o mesmo relatou que a desqualificação do crime foi fundamental para provar a inocência de seu cliente. Dentre uma das linhas de defesa, estava o fato de o Agente Penitenciário estar portando, sem autorização e conhecimento de seus superiores, uma arma de uso exclusivo em serviço, o que já consideraria crime por não haver previsão legal à época de uso e porte de arma pelos agentes penitenciários.

Relembre o caso

Na madrugada do dia 20 de abril de 2014, na Avenida Elmo Serejo de Ceilândia, o agente penitenciário conduzia um carro com dois amigos de passageiros, quando o réu, com a intenção de ultrapassá-lo, posicionou o veículo perto da traseira de seu automóvel. Entretanto, Santos não liberou passagem e o policial manteve o veículo próximo até realizar uma ultrapassagem de forma brusca.

Segundo testemunhas, pouco mais adiante os dois veículos pararam na via e ficaram emparelhados. Nesse momento, a vítima questionou o comportamento do policial. Inconformado, o PM sacou a arma de fogo, abaixou o vidro de seu carro e, sem dizer nada, efetuou os disparos contra Santos, que faleceu no local. O réu fugiu logo em seguida.

Imprensa convencional não divulga importância do julgamento

Por incrível que pareça, nenhum meio de comunicação de grande expressão no DF fez qualquer menção da absolvição do policial militar Cabo Gardner, que durante todo o processo permaneceu preso nas celas do 19º Batalhão de Polícia Militar, conhecido como “Papudinha”. Até mesmo o Ministério Público, que fez o anúncio do adiamento do julgamento do policial a dias atrás, se manifestou em sua página principal acerca de um julgamento que teve grande repercussão.

Mas o importante agora é que a justiça foi feita e o policial vai poder recuperar o tempo perdido junto a seus familiares e reconstruir sua vida profissional.

Aqui, nada deixa de passar em favor do Policial Militar! Parabéns CABO Gardiner!


Por Poliglota com informações do MPDFT

10 comentários:

  1. Não esqueça de mencionar que o tal Gardiner tem na ficha: personalidade desviada, pois constaria de sua folha de antecedentes penais passagens pelos delitos de furto (roubou o celular de outro papa mike), lesão corporal, injúria e ameaça.

    http://tjdf19.tjdft.jus.br/cgi-bin/tjcgi1?MGWLPN=SERVIDOR1&NXTPGM=tjhtml122&ORIGEM=INTER&CIRCUN=3&SEQAND=7&CDNUPROC=20140310152058

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  2. Justiça foi feita? sentença 4x3?!!!

    Esse tal Gardiner deveria ser expulso da PM pois tem conduta maculada.

    O Ministério Público do Distrito Federal ofereceu denúncia em desfavor de GARDINER CHAVES FERREIRA, qualificado nos autos, dando-o como incurso na capitulação prevista no artigo 121, § 2º, incs. II e IV, do Código Penal, tendo em vista que, no dia 20/04/2014, na altura da QNN 10, conjunto H - Ceilândia/DF, teria efetuado disparos de arma de fogo contra a vítima RALFIS FERREIRA DOS SANTOS, ocasionando sua morte.

    Na mesma oportunidade, representou pela decretação da prisão preventiva do denunciado, para garantia da ordem pública, por conveniência da instrução processual e para garantia de aplicação da lei penal.

    Para tanto, argumentou que a segregação provisória dos acusado é necessária, tendo em vista que ele teria personalidade desviada, pois constaria de sua folha de antecedentes penais passagens pelos delitos de furto, lesão corporal, injúria e ameaça.

    Aduziu, também, que por exercer a função pública de policial militar, sua conduta deve ser considerada mais grave e reprovável, pois praticou um crime hediondo, em plena via pública e com a arma de fogo da corporação.

    Ressaltou, ainda, a necessidade de prisão do acusado por conveniência da instrução criminal, tendo em vista que ele teria atrapalhado as investigações ao pedir para que seus amigos policiais militares fossem até o local e verificassem se a vítima havia morrido, sendo que eles teriam alterado a cena do crime, removendo a arma de fogo que estava com a vítima.

    Também fundamentou o decreto prisional na necessidade de assegurar a aplicação da lei penal, visto que o denunciado teria se ocultado e somente se apresentou perante a Autoridade Policial após ser indiciado e expedidos os mandados de prisão temporária e de busca e apreensão.

    Só se safou porque o TecPen tinha cocaína e alcool no sangue!!

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  3. nem conheço esse soldado aí mas acho que quem julga é a justiça e se ela achou que ele era inocente é porque é inocente.Agora tentar ficar denegrindo o cara só porque ele é policial é muita incompetencia do advogado da vítima que não conseguiu nem convencer um juri.E mais, quer dizer que cocaína e alool no sangue deveria ser coisa bonitinha e normal?eita paizinho vagabundo

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  4. OK, OK!!! Agora o MPDFT vai recorrer. Não conte vitória antes do tempo.

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  5. Por que ninguem comentou a aprovação da CCJ do Senado do nivel superior da PCDF? Enquanto se discutem o "Ciclo Completo" (que não beneficia em nada os praças), o que vamos fazer????

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    1. Muito boa a aprovação do Nível Superior na CCJ do Senado. em breve será aprovada no Plenário. Uma vitória para a PCDF.

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  6. Pra viver sob o regulamento militar, nao precisa de estudo, ja que basta dizer sim senhor e nao senhor. Agora , policiais precisam de um bom nivel de instrução.

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  7. Comentários à parte, Dr. Ataualpa está se saindo um dos melhores advogados em defesa do Policial Militar. Parabéns!

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  8. E a a família do que morreu alguém está comemorando?

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