sábado, 5 de julho de 2014

“CASA DE POLÍCIA – PMDF” – Um espaço dedicado às esposas dos Policiais Militares de Brasília


Hoje foi criada uma comunidade na rede mundial Facebook destinado às esposas de Policiais Militares de Brasília, objetivando a troca de experiências vividas por essas mulheres guerreiras no que tange a profissão de seus maridos, bem como suas preocupações, angústias e sonhos.

Fundada pela Líder Comunitária de Brasília Leila Ferreira, moradora de Águas Claras, e tendo como colaboradora a Psicoterapeuta Patrícia Cruz, um dos carros chefe dessa iniciativa é justamente discutirem mecanismos de como elas possam levar forças aos seus maridos nessa desgastante e quase sempre ingrata profissão de policial militar.

O grupo é apartidário, exclusivo às esposas de policiais militares e a criadora, Leila Ferreira, é uma ferrenha defensora dos policiais de Brasília tendo participado da última assembleia dos policiais no último dia 18 de fevereiro.

A comunidade chama-se “CASA DE POLÍCIA – PMDF” e para se cadastrar basta acessar o link abaixo:


12 comentários:

  1. A política do “Pão e Circo” colou nesta Copa, na verdade só o CIRCO estar sendo oferecido de “graça”, e CIRCO da PIOR qualidade, na Fan Fest do Taguapark aqui no DF, e acredito que em todas as cidades sedes deve seguir o mesmo padrão CIRCO BOCA de PORCO, banheiros químicos fedidos sem papel higiênico, poeirão tipo Far West, sem uma única torneira para se lavar as mãos, sem um único bebedouro público,cabos de aço esticados das tendas causando tombos nas pessoas, camarotes que ninguém sabe como adquirir entrada já que a festa é PÚBLICA, neste CIRCO somos os verdadeiros PALHAÇOS penta campeões em busca do hexa, uma VERDADEIRA FESTA BOCA de PORCO !

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  2. geová disse:
    bom dia a todos, distrital poliglota gostaria de lembrar q hj é a data prevista pra vc postar sobre o seu projeto pra pmdf. gostaria de participar ativamente dos seu comícios e ajudar em sua campanha pra distrital. meu e mail é glcf6777@gmail.com e telefone 95052121. mantenha me informado. grato.

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  3. Que país é este que melhora quando tudo para, e a bola rola? Os crimes quase somem, só se pensa positivo, o trânsito flui, os homens choram mais que as mulheres, e o Brasil dá ao mundo uma lição de civilidade e bom humor, ao reverenciar craques de fora e confraternizar entre si e com estrangeiros. O povo se dedica a torcer e festejar, mesmo quando a Seleção decepciona. Hospedar celebrações é uma vocação nacional...
    Não é, porém, o futebol que determinará o perfil deste país nos próximos quatro anos. Manter ou mudar? E mudar quem, quanto, onde, com que velocidade para ajudar o Brasil a competir sem vexame em educação, saúde, transporte, segurança, meio ambiente e infraestrutura? O mata-mata eleitoral depois da Copa, quando pendurarmos as rezas, é decisivo e leva jeito de ser desleal. Vemos políticos decadentes e reincidentes, que não resistiriam a um tira-teima. Muitos passes são negociados na alcova. Apesar da bacanal partidária, a realidade da eleição se limita, no fundo, a dois times: situação e oposição. Os titulares querem decidir tudo logo. O pessoal no banco luta por uma semifinal e uma final. O mata-mata deverá dividir o país.
    Por mais que o brasileiro goste de Felipão, de seu ar bonachão e suas fanfarronadas, o eleitor consciente não quer um presidente que diga, como ele: “Gostou, gostou; não gostou, vai para o inferno”. Felipão deu essa declaração na quinta-feira para jornalistas, na véspera do confronto com a Colômbia. Felipão sempre reagiu mal a críticas à escalação ou a seu estilo. Dias antes, chamara só alguns jornalistas amigos para dar entrevista. “Aqueles que não foram convidados, é talvez porque eu não goste tanto”, afirmou Felipão. Ele criticou a imprensa e deu umas cutucadas ferinas, sem citar o nome, em seu antecessor, Mano Menezes. Só faltou lamentar a herança maldita.
    A Copa melhorou o humor nacional. Não se respira nada a não ser futebol, e o brasileiro vai para os bares torcer pelas zebras simpáticas. Não há a mais pálida lembrança do caos previsto nos aeroportos ou nos estádios, só reclamações periféricas de obras incompletas, filas e falta de comida. No Rio de Janeiro, as maiores armas não são fuzis ou metralhadoras, mas coxinhas de frango, rodízio de churrasco, caipirinhas, sol e telão na praia, namoros em vários idiomas, feijoada e petiscos nas favelas. Em que próxima oportunidade as cariocas verão tantos homens juntos, animados e disponíveis? Talvez em 2016.

    continua...

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  4. continua..

    Nossa maior tragédia, até a semana passada, era a queda de um “viaduto da Copa” em Belo Horizonte, com mortes. E a ação criminosa de cambistas. A gangue mais poderosa, suspeita a polícia, envolve um funcionário estrangeiro da Fifa. Muito free-lancer vende ingressos descaradamente nas redes sociais, por uma fortuna. Durante uma semana, tentei em vão comprar oficialmente um ingresso no site da Fifa para assistir ao jogo Alemanha e França no Maracanã. Uma amiga no Facebook disse que tinha um amigo “repassando ingressos”. Entrei em contato. Ele queria R$ 3.500 pelo ingresso de R$ 660, “sem sol nem chuva”. Sério, a quem apelar?
    Entre a Copa e a eleição, teremos pouco tempo para debater nossos desafios e entender como cada partido pretende escalar os times de governo. Algumas semelhanças os políticos têm com a Seleção. Falta meio de campo. Os partidos se concentram no ataque e na defesa, abusam de passes errados. Falta conjunto, sentimento de equipe. Talentos individuais não mudam o rumo do Brasil. O desespero faz o capitão do time (ou a capitã) se esconder, com medo de falhar na frente de todos e bater para fora. Líderes de partidos dão chutões para a frente, sem saber onde a Brazuca vai parar.
    Dá vontade de dizer que jogar limpo e cadenciado, com criatividade, honestidade e objetivos concretos, para todo o povo levar vantagem, talvez credenciasse nossos políticos a ganhar um voto de coração, orgulho e consciência. Do jeito como anda nossa política, ela desperta vaia, indiferença ou idolatria. Todos esses sentimentos conduzem à derrota do Brasil nos próximos quatro anos.
    Como atrair os eleitores juniores, se a maior novidade recente do Congresso foi o implante capilar de Renan Calheiros? Como recuperar a confiança no exercício da política, se as promessas são sistematicamente quebradas, como se nosso voto fosse para cambistas? Os gols contra do Brasil são péssimos serviços públicos, corrupção em todos os níveis de governo, assaltos seguidos de morte em qualquer lugar e hora, infraestrutura precária, inflação alta, crescimento baixo e aumentos indiscriminados. Os planos de saúde há 11 anos sobem mais que a inflação e terão reajuste de 9,5%, o maior desde 2005. Esse é o verdadeiro mata-mata brasileiro.
    fonte: http://www.edsonsombra.com.br/post/opiniao-o-matamata-depois-da-copa20140705

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  5. O PIOR É QUE DEPOIS DO DIA 14 DE JULHO, ESSE MESMO POVÃO QUE ESTÃO SE ESBALDANDO COM ESSA COPA MISERÁVEL, IRÃO VOLTAR A SUA ROTINA, SEM SAÚDE, SEGURANÇA E OUROS ATÉ SEM ALIMENTOS POIS GASTOU TUDO COM CACHAÇA NAS COMEMORAÇÕES, ATÉ AGORA A SELEÇÃO BRASILEIRA SÓ ENFRENTOU SELEÇÃO PORQUEIRA, AGORA QUE A COPA VAI COMEÇAR E VCS VERÃO O QUE VAI ACONTECER NA TERÇA FEIRA, MAIS O FELIPÃO VAI ALEGAR QUE HOUVE UM COMPLÔ CONTRA A SELEÇÃO BRASILEIRA, INCLUSIVE QUEBRANDO O NEYMAR, ESQUECENDO DA GRANDE AJUDA QUE A FIFA DEU PRA O BRASIL NA 1° FASE, MARCANDO UMA PENALIDADE CONTRA A CROÁCIA E ANULANDO 2 GOLS DO MÉXICO, ESSE POVÃO DEVIA ERA CRIAR VERGONHA NA CARA E NÃO COMPACTUAR COM ESSA BANDALHEIRA QUE VIVEMOS NESSE PAÍS MISERÁVEL E CHEIO DE CORRUPTOS, VERGONHA, VERGONHA, VERGONHA.

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    1. Falou o rei da moralidade , mil aplausos para sua "honestidade", ainda bem que li seu post, do contrário continuava vagando mundo.

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  6. parte 1 de 2

    Os candidatos estimam gastos com a campanha eleitoral perto de R$ 1 bilhão, apenas para o cargo máximo de presidente. A petista Dilma prevê gastar R$ 300 milhões, o tucano Aécio Neves quase o mesmo montante (R$ 290 milhões) e Eduardo Campos R$ 150 milhões. Os gastos dos 11 concorrentes somados podem chegar a R$ 918 milhões. Isso representa um aumento de quase 50% em relação a 2010.
    No Rio, a previsão de gastos chega ao triplo de 2010, podendo consumir R$ 180 milhões. Lindberg Farias, do PT, deve gastar R$ 60 milhões, enquanto Pezão, do PMDB, estima gastar R$ 85 milhões. Temos campanhas eleitorais cada vez mais dispendiosas, o que representa uma barreira enorme a inúmeros candidatos em potencial, sem condições de levantar somas tão astronômicas...
    Campanhas cada vez mais caras são uma reclamação constante no meio político. Para o senador Jorge Viana (PT-AC), a única saída é fazer uma reforma política e proibir a doação de empresas nas eleições: “Se não fizermos a reforma política e mexermos no financiamento das campanhas, vai ficar cada vez mais caro. Eu apresentei um projeto para excluir o financiamento das empresas. Temos que voltar ao passado e fazer campanhas de baixo custo”.
    Já para o presidente do DEM e coordenador da campanha de Aécio, senador José Agripino (RN), quem nivela os gastos da campanha é o candidato governista: “O candidato governista é quem normalmente tem mais capacidade de arrecadação. Os adversários acompanham porque se colocar uma previsão muito baixa, a suplementação é desgastante”.
    De fato, chama a atenção o fato de que o PT, o “partido dos pobres” (risos), é o que mais tem verba para gastar nas campanhas. É o partido mais rico, com mais financiamento, inclusive de empresas. Mas creio que ambos erram o alvo aqui: os gastos com as campanhas não são tão absurdos assim quando se pensa no prêmio em jogo.

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  7. parte 2 de 2

    O senso comum diz que o dinheiro gasto na campanha define o vencedor, mas Levitt mostra que, normalmente, é o contrário: o dinheiro segue aquele que tem mais chance de vencer. E o motivo é prosaico: há inúmeros benefícios a serem extraídos com o financiamento do vencedor. O prêmio é alto demais em época de hiperpresidencialismo, com muito poder e recursos concentrados no governo central.
    Colocando o gasto com as campanhas em perspectiva, Levitt lembra que a quantia de US$ 1 bilhão é a mesma, por exemplo, que os americanos gastam todo ano com chicletes! Olhando por essa lógica, não parece tão absurdo assim gastar esse montante para chegar à Casa Branca, com tudo o que isso representa em termos de poder e recursos.
    O governo central brasileiro concentra quase 70% de toda a arrecadação tributária do país, que já é, por sua vez, absurdamente elevada, perto de 40% do PIB. Fora isso, há todo o poder político em jogo, em um modelo que deposita muito peso no papel do Executivo, que chega a governar por decretos muitas vezes. Gastar R$ 1 bilhão para colocar as mãos em um “cartão de crédito” que dá direito a gastar 40% de tudo que é produzido no país parece tão maluco assim?
    O prêmio em disputa é alto demais, simples assim. Não adianta falar em financiamento público de campanha, como querem os petistas, o que é apenas cortina de fumaça para o verdadeiro problema. Tampouco adianta proibir financiamento de empresas, o que levará apenas ao financiamento por fora, com uso de caixa dois. O estado é um troféu tentador demais, e os fortes grupos de interesse vão continuar atuando, ainda que nos bastidores e de forma ilegal, para conquistá-lo.
    A única saída para mitigar o problema é atacá-lo em sua raiz: reduzir o prêmio. Ou seja, se o estado for menor, com menos poder concentrado, com menos recursos para gastar, então haverá perda natural de interesse para “investir” em sua captura. Descentralizar o poder político e reduzir o escopo do estado são as únicas formas de atacar o mal pela raiz.
    O resto é discurso para “inglês ver”, de gente que finge lamentar o custo exorbitante das campanhas, enquanto arrecada justamente a maior fatia dos tradicionais financiadores, como as empreiteiras.

    link: http://www.edsonsombra.com.br/post/opiniao-eleicoes-bilionarias-por-que-se-gasta-tanto-nas-campanhas20140706

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  8. Por mim a o brasil,não tem vergonha,a moral se for depender do congresso,nunca teve,e se a seleção perde?ta fazendo um favor !! FORA PT E CORJAS!!!!

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  9. QUE DEUS NOS AJUDE A AFASTAR ESTA CORJA DE TODO TERRITORIO NACIONAL

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  10. A música Fadado faz parte do álbum Nheengatu, álbum em que os Titãs volta as origens e mais atual do que nunca.
    "Nheengatu" é uma crônica ácida do Brasil em carne viva, com as angústias e mazelas que estão bem aqui do nosso lado.

    Clipe Fardados:
    Direção: Oscar Rodrigues Alves
    Tonny Beloto, Paulo Miklos, Sérgio Britto, Branco Mello

    Fardado
    (Sérgio Britto / Paulo Miklos)
    Você também é
    explorado
    Fardado
    Você também é
    explorado - aqui!
    Por que você não
    abaixa essa arma
    O meu direito é
    seu dever
    Por que você não
    usa essa farda
    Pra servir e pra
    proteger
    Por que você não
    escuta o que eu
    digo
    Não limpa as
    botas de terra
    Não prende esse
    cachorro contigo
    Não abre a rua
    e limpa essa
    merda!
    Ponha-se no meu
    lugar, ponha-se
    no seu lugar
    Ponha-se no meu
    lugar, no meu
    lugar
    Você também é
    explorado
    Fardado
    Você também é
    explorado - aqui!
    Por que você
    não abaixa esse
    escudo
    O meu direito é
    sua obrigação
    Por que não olha
    antes de tudo
    O seu dever
    é minha
    autorização
    Por que você não
    escuta o que eu
    falo
    Não limpa a terra
    das botas
    Por que não
    segura esse
    cavalo
    Não abre a rua e
    limpa essa bosta!
    Ponha-se no meu
    lugar, ponha-se
    no seu lugar
    Ponha-se no meu
    lugar, no meu
    lugar

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  11. O campo de visão, o bom senso, o respeito a opinião do outro, a democracia, a universalidade, a educação, a humanização, o intelecto, a sutil-idade, a destreza, a concepção, a sensibilidade, a vivência, experiência, sabedoria, o entendimento e acima de tudo humildade, são privilégios para poucos, no entanto, estamos no caminho, desejo á todos discernimento, percepção, entendimento no campo dos pensamentos, para aí, sim! tomarmos com opinião e criticas construtivas e de causas nobres, abraços virtuais, á todos, sejam felizes em suas vidas, paz sempre, esperança e certeza de um país mais igualitário e de políticas honestas e projetos de excelência, para nossas crianças e nossos cidadões de bem e de direitos e obrigações e deveres.

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