domingo, 20 de abril de 2014

Militares e a política

Foto: Internet
A Polícia Militar do Distrito Federal deve ter mais de vinte representantes nas eleições deste ano.

Os membros da corporação só não devem lançar candidatos para a chapa majoritária, para os demais cargos devem ter militares concorrendo.

Segundo consulta feita junto a alguns militares mais de vinte militares devem se lançar ao cargo de Deputado Distrital, oito ao cargo de deputado federal e ainda há a expectativa de uma possível candidatura do Deputado Distrital Patrício para concorrer a vaga de senador ou se Agnelo tiver problemas com a justiça o ex-PM já colocou o nome inclusive para disputar ao Buriti.

Dentre os militares a divisão é nítida e dificilmente conseguiram eleger um militar somente com os votos da farda entre os nomes que irão para distrital que mais se destacam estão: João Hermento, Tenente Poliglota, Jabá e Guarda Jânio; Roner Gama(Rede Democrática); Aderivaldo(Blog Policiamento Inteligente); Cabo Robertson;  que vem ganhando espaço na corporação mas se não conseguirem apoio da população poderão ficar fadados a ocuparem novamente o cargo de suplentes.

Já quando o assunto é a disputada para deputado federal, a situação se complica, pois de todos os nomes lançados somente o da Sargento Angélica e do deputado Patrício aparecem como uma possível alternativa.

Fonte: DoCafezinho.com.br 

Rebelião da PM na Bahia: O que é que a PM bahiana (não) tem?

Na raiz do caos está a arquitetura institucional da segurança pública legada pela ditadura, que passou intocada pela transicão democrática, encontrou abrigo na Constituição e permanece excluída da agenda pública
Mais uma vez, o Brasil discute segurança pública na crise. A Bahia está convulsionada e a consciência nacional contempla o enigma sob fogo cruzado.

PM em greve, selvageria nas ruas, saques, medo, mortes. Cenário para músculos e paixões, pouco afeto à inteligência. Na crise, quem manda é a crise, com sua dinâmica inconstante e imprevisível. A questão corrente é: o que fazer, agora? Quando o doente está na UTI, a urgência exige mobilização de todos os recursos disponíveis para salvá-lo. Não é momento para seminários e filosofia. Entretanto, será preciso atravessar o dia seguinte com os olhos postos no futuro e a pergunta decisiva: o que fazer para evitar crises cíclicas desse porte? O que as motiva? Como reverter suas causas? Já houve dezenas como esta, nos últimos vinte anos.

O governo estadual denuncia o vandalismo da insurreição armada e tenta reafirmar sua autoridade. A União presta a assistência possível na emergência, deslocando tropas e o ministro da Justiça. A categoria rebelada denuncia salários indignos e condições de trabalho aviltantes. Critica a omissão dos poderes públicos. Aponta a falta de perspectivas, na medida em que o Congresso se esquiva e não vota a PEC-300, que criaria um piso salarial nacional, com base no que paga o DF. Parlamentares e governos estaduais contra-argumentam, indicando as limitações orçamentárias: a magnitude da reivindicação corporativa expressa na PEC é tal que, aprovada e aplicada, quebraria os Estados.

sábado, 19 de abril de 2014

PT tenta tirar propaganda de Fraga da TV e do Rádio, mas TER não permite

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal negou, por unanimidade, o pedido feito pelo Partido dos Trabalhadores para cassar a propaganda política do presidente do Democratas/DF, Alberto Fraga.

Pré-candidato ao Senado Federal, Fraga que vem despontando como a grande voz da oposição ao atual governo, com suas propagandas sempre críticas e contundentes, mas baseadas em fatos verídicos noticiados pela imprensa e pela justiça, foram consideradas legais pela justiça eleitoral. Segundo o relator da Representação, Desembargador Eleitoral Romão Cícero: Se houve a exposição da posição do Representado e a sua opinião crítica em torno de temas relacionados com políticas públicas e com a atuação do governo local nas áreas de sua competência, bem como em relação a denúncias de corrupção amplamente divulgadas pelos meios de comunicação local e nacional, não há que se falar em desvio de finalidade da propaganda partidária, por se tratar de discussão de tema político-comunitário, conforme preceitua o inciso III do art. 45 da Lei nº 9.096/95. Pedido julgado improcedente”.

Fraga comemorou o resultado da votação, ocorrida na semana passada e ressaltou que a decisão do Tribunal lhe dá mais força ainda para continuar defendendo a população do DF das irregularidades e dos desmandos dos atuais ocupantes do Buriti. “Sei que vão continuar tentando de tudo para me calar e me intimidar, mas não vão conseguir, pois tenho um compromisso com a população de todo o Distrito Federal”.  Para a direção do DEM/DF, Fraga dá uma demonstração, de que política se faz com atitudes firmes e corajosas.

Fonte: Blog do Fraga

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Projeto visa tratar policial como bandido



Enquanto muitos estão se preocupando com os escândalos da Petrobrás, CPIs e mídia eleitoreira, nos bastidores do Congresso está tramitando um Projeto de Lei, O PL 4471/2012, que extingue o auto de resistência e fará explodir a violência no Brasil. Os policiais militares responderão por todos seus atos com prisão preventiva, mesmo em legítima defesa própria ou de outrem, fato que irá inibir sua atividade no combate ao crime.

É passada a hora das policiais militares do país se unirem em prol de garantirem sua defesa, pois a depender do atual governo muito em breve estarão completamente inoperantes, sem dignidade e moral e, quiçá, recebendo voz de prisão do próprio bandido.

Um projeto desses preocupa os policiais de boa conduta que sai de sua casa deixando esposa e filhos para defender a sociedade e a sua própria vida num confronto com criminosos. Sabemos que existem policiais criminosos e de má conduta e esse projeto não vai resolver os problemas das classes policiais. Pelo contrário, vai fortalecer a bandidagem que sabemos muito bem que por trás dos panos têm seus interesses e não medirão esforços e verbas para financiarem campanhas políticas em troca de favores.

#VamosFicarLigados

Por Tenente Poliglota

Vídeo Youtube/Internet

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Acaba a greve da Polícia Militar da Bahia

Grevistas votaram em assembleia na tarde desta quinta (17), em Salvador. Reunião com arcebispo antecedeu votação; paralisação começou na terça.


A greve da Polícia Militar da Bahia foi encerrada na tarde desta quinta-feira (17) após assembleia realizada entre líderes do movimento e PMs, no Wet'n Wild, espaço de shows em Salvador, onde parte da corporação permaneceu acampada desde a noite de terça-feira (15), quando o movimento foi iniciado. Logo após a assembleia, os policiais comemoraram bastante e gritaram em coro "A PM voltou".

De acordo com Marco Prisco, vereador e presidente da Aspra (Associação de Policiais e Bombeiros), a categoria conseguiu um aumento de 25% no soldo (remuneração específica dos policiais) para o administrativo da PM, 45% para o operacional e 60% para motoristas.

Também foi aprovada a extinção do código de ética, nova discussão sobre o plano de carreira e fim do curso de cabo. "Os benefícios conseguidos hoje são para ativos e inativos”, afirmou o líder da PM.

“Estamos indo para a governadoria para a entrega do documento, pois primeiro precisávamos conversar com a categoria para votação e depois levar o documento assinado para o governo”, completou Marco Prisco.

De acordo com informações do coronel Gilson Santiago, diretor de comunicação da Polícia Militar, representantes do gestão estadual estão em reunião na sede da governadoria e devem se posicionar no final da tarde sobre os itens discutidos.

O fim da greve ocorreu no mesmo horário em que era realizada uma reunião entre o governador Jaques Wagner e o ministro da Justiça Eduardo Cardozo, além de outras autoridades locais e nacionais. O encontro foi realizado na sede da governadoria, no Centro Administrativo da Bahia.

"Estamos satisfeitos com o fim da greve, pois não queríamos. O governo foi intransigente, mas conseguimos chegar a um acordo. Foi satisfatório esse resultado para nós e tenho certeza que, para a população, também. A população podem fica tranquila", comentou o soldado Santos, da 41ª Companhia Independente de Polícia Militar após participar da assembleia.

Primeira reunião
Uma reunião entre o Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, o coronel da Polícia Militar Alfredo Castro, representante do governo, e lideranças de associações da PM foi realizada na manhã desta quinta, no Largo dos Aflitos, na capital. Durante o encontro, uma nova contraproposta foi apresentada pelo coronel da PM aos grevistas e um documento foi elaborado pelas lideranças para ser submetido ao crivo da categoria em assembleia.

"Eu penso que minha participação foi modesta, mas de alguém que ajuda as pessoas a dialogar e desarmar o espírito. Hoje na missa eu disse 'a paz é um dom de Deus'. Vamos pedir que ela venha para toda a Bahia. Nem eu achei que viria uma resposta tão rápida", Dom Murilo Krieguer após o fim da paralisação.

Segundo o coronel Castro, comandante da corporação, o reajuste nas Condições Especiais de Trabalho (CET), um dos principais pontos de divergência entre governo e grevistas, foi revisto . "O que mudou foram as condições das propostas no que diz respeito aos índices. Nós tivemos uma proposta feita anteriormente sem o índice de CET e nós colocamos agora o índice de CET. Também estamos colocando a retirada de sanção disciplinar, as faltas leves administrativas durante esse período de greve", disse o oficial. O governo explica que a CET é uma gratificação que atualmente vigora para oficiais e que os grevistas pedem que se estenda a todos do efetivo policial.

Homicídios
Foram registrados 39 homicídios em Salvador e região metropolitana pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia durante pouco mais de 42 horas desde o início da greve, que começou por volta das 19h30 da terça. Na segunda-feira (14), dia que anteceu o início da paralisação, foram registrados seis homicídios em Salvador e região, segundo dados da SSP-BA.

De acordo com informações da assessoria de comunicação da SSP, esse número foi contabilizado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa até as 13h40 desta quinta-feira. A secretaria ressalta que ainda é preciso um período de investigação para confirmar ou não a relação entre as mortes e a redução do policiamento nas ruas devido à greve da PM.

Justiça
Na quarta-feira, a greve foi considerada inconstitucional pela Justiça da Bahia, que estipulou multa diária de R$ 50 mil. O governo afirmou que as reivindicações das associações de policiais grevistas "ultrapassavam o limite orçamentário do Estado".

Nesta quinta, a Justiça Federal determinou a suspensão imediata da paralisação, estipulou multa em R$ 1,4 milhão, além de bloquear bens das associaçõs grevistas.

Enquanto governo e categoria não chegavam a um acordo, tropas do Exército reforçavam a segurança nas ruas de Salvador. Durante a madrugada de terça (15), houve uma série de saques e arrombamentos pela cidade.

Saques
A Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos da capital contabilizou 60 carros roubados no primeiro dia de greve da Polícia Militar. Segundo o delegado titular da unidade, Marcos César Silva, essa quantidade foi registrada entre terça (15) e quarta-feira (16), e representa um número três vezes maior do que o registrado em um dia comum. "Isso aqui está um inferno na terra. O movimento triplicou", afirmou o delegado.

Na madrugada desta quinta-feira, uma loja de eletrodomésticos foi invadida no bairro da Calçada, na Cidade Baixa, também em Salvador. Segundo informações da polícia, um grupo de homens entrou no estabelecimento com um carro e roubou diversos produtos da loja. Um veículo foi abandonado no local. Já por volta das 5h desta quinta-feira, um supermercado da rede Cesta do Povo foi arrombado no bairro da Fazenda Grande I. De acordo com a polícia, um grupo ainda ateou fogo no estabelecimento.

No bairro de Cosme de Farias, na noite de quarta-feira (16), um mercado local foi arrombado por moradores da região. O estabelecimento foi completamente saqueado pelo grupo.

Ainda na noite de quarta, outros quatro estabelecimentos foram arrombados e saqueados em Salvador. Três deles no bairro de Brotas. No supermercado Bompreço, saqueadores levaram diversos produtos, quebraram objetos e sujaram todo o local. Já em Camaçari, região metropolitana de Salvador, um caixa eletrônico foi explodido por um grupo de homens.

Ainda no bairro de Brotas, só que nas Lojas Americanas, um carro foi utilizado para arrombar a porta da Lojas Americanas, que também foi saqueada. Os militares do exército foram até o local, mas não encontraram os assaltantes.

Já no Vale do Ogunjá, no mesmo bairro, o assalto foi realizado no supermercado GBarbosa. Seis homens foram presos pela Polícia de Choque (PM) durante a ação. No supermercado Bompreço, localizado na Avenida Garibaldi, produtos também foram levados após o arrombamento do local.


Fonte: Do G1- BA

quarta-feira, 16 de abril de 2014

TJDFT recebe e admite ADI dos Decretos do Auxílio-Moradia, Alimentação e Serviço Voluntário

O Desembargador ROMÃO C. OLIVEIRA, Relator do processo da ADI 2014 002006990-3, que trata dos “ART. 3º DO DECRETO 23.390, DE 26/11/02, DECRETO 24.198, DE 6/11/13, DECRETO 35.181, DE 18/02/14, CONTRÁRIOS AO ART. 14 DA LEI ORGÂNICA DO DISTRITO FEDERAL”, assinados pelo governador Agnelo Queiroz, emitiu despacho acerca do processo concedendo um prazo de 5 (cinco) dias ao Governador e ao Presidente da Câmara Legislativa para que contraponham o ato.

Leia abaixo a Decisão:

DECISÃO - "Vistos ... Cuida-se de exame de admissibilidade de rito especial a ser imprimido à ADI em face de requerimento lançado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios, (...) Colha-se a manifestação dos Senhores Governador e Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, para que, querendo, no prazo de 5 (cinco) dias, manifestem-se, conforme autoriza o artigo 10 da Lei nº 9.868/99. Em seguida, ouça-se sucessivamente o Procurador-Geral do Distrito Federal e o Procurador-Geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios, no prazo de 03 (três) dias. Após, retornem à conclusão. Publique-se. Intimem-se. Brasília, 07 de abril de 2014. (a) DESEMBARGADOR ROMÃO C. OLIVEIRA - RELATOR".

Fonte: http://tjdf19.tjdft.jus.br/cgi-bin/tjcgi1?MGWLPN=SERVIDOR1&NXTPGM=plhtml12&SELECAO=1&Processo=20140020069903ADI&ORIGEM=INTER&Sequencia=14

Virou moda pelo Brasil...negociam e depois dão o golpe

Governador de SP diz NÃO para o aumento
do salários dos PMs
Na manhã desta segunda-feira, 14 de abril, o Presidente da CERPM – Coordenadoria das Entidades Representativas dos Policiais Militares do Estado de São Paulo, Ângelo Criscuolo, foi informado, através do Secretário de Segurança Pública, Fernando Grella, que o Governador Geraldo Alckmin decidiu não conceder nenhum aumento aos policiais militares. A resposta veio ao mesmo tempo em que foi cancelada uma última reunião, que seria definitiva, marcada para hoje às 17:00 hs.

Durante um mês, a Coordenadoria negociou com o Governo. Foram realizadas 08 reuniões com os secretários de Planejamento, Júlio Semeghini; com o Chefe da Casa Civil, Edson Aparecido; com o Comandante Geral da PM, Cel. Benedito Meira, e com o Secretário de Segurança Pública, Fernando Grella. A maioria desses encontros foi de caráter técnico em que, acompanhado do presidente da AFAM, Cel. PM Roberto Alegretti, apresentamos todos os números que comprovam nossa defasagem salarial e um estudo sobre o impacto do reajuste no orçamento do Estado, pois esse era o alegado entrave para o sucesso da negociação.

Foram horas de discussão e de cálculos para tentar chegar a um índice que minimamente atendesse aos interesses da categoria. Todas as possibilidades foram analisadas – de reajustes parcelados a índices compostos pela inflação mais um aumento real – mas o secretariado se declarou impossibilitado de apresentar um número definitivo, sem antes submetê-lo à aprovação do Governador. A resposta veio hoje, decepcionando toda a família policial militar.

O Presidente da CERPM convocou uma reunião de todas as entidades para amanhã, 15 de abril, para que sejam decididas quais as medidas a serem adotadas diante da recusa do Governo em atender às necessidades dos policiais militares.

Fonte: http://flitparalisante.wordpress.com/2014/04/14/depois-de-um-mes-de-negociacoes-governo-diz-nao-a-policia-militar/

terça-feira, 15 de abril de 2014

Está começando novamente. PM-BA em foco de novo

Assembleia da PM na tarde desta terça pode decidir por greve na Bahia

Prisco liderou greve de parte da PM
em janeiro de 2012 | Foto: Correio
Está prevista para hoje, terça-feira dia 15, uma importante assembleia dos policiais militares do estado da Bahia no Wet’n Wild, em Salvador.

Serão definidas as diretrizes do movimento, que está insatisfeito e ameaça greve por tempo indeterminado. Na ocasião, será apresentada e discutida com a tropa a lei de modernização da PM, elaborada pelo governo do Estado, que foi divulgada para as entidades na última quinta (10).

Presidente da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra), o vereador Marco Prisco (PSDB) não confirma a greve, mas deixa a entender que o clima é tenso e a categoria está propensa a interromper as atividades.

Segundo o tucano, a tropa é quem vai decidir os rumos durante o encontro. De acordo com o governo, o investimento será de R$ 45 milhões por ano na PM, com a aprovação da lei. O secretário da Segurança Pública, Maurício Barbosa, informou que um grupo de trabalho será criado para rediscutir o sistema remuneratório dos PMs. 

Prisco diz que MPF faz 'bravata política' e que deveria 'trabalhar direito'; edil é alvo do órgão.

Em declarações recentes, o vereador Marco Prisco Caldas Machado (PSDB), que liderou a greve dos policiais em 2012, afirmou ao Bahia Notícias que nem ele nem a Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares no Estado da Bahia (Aspra) foram citados na notificação do documento do Ministério Público Federal (MPF). O órgão ajuizou uma ação contra o tucano e a entidade para pedir a sua dissolução e o ressarcimento ao erário de R$ 15,8 milhões.

O MPF afirma que a Aspra cometeu atividade ilícita durante a greve dos servidores da PM e dos bombeiros em janeiro de 2012. O vereador afirmou que, mesmo depois de tanto tempo, ainda não tem conhecimento das acusações.

Prisco ainda disse que o MPF faz “bravata política” em vez de “trabalhar direito”. Ele afirma ainda que deveria ter sido notificado primeiro sobre a ação e não a imprensa.
Por Alexandre Galvão/ Cláudia Cardozo/ BN - BahiaNotícias