sexta-feira, 29 de abril de 2016

CHOAEM PMDF – No entendimento da Procuradoria Geral do DF: É prova!


Em 04.04.2016, o Departamento de Gestão de Pessoal da PMDF solicitou que a Procuradoria-Geral do Distrito Federal - PGDF dirimisse a seguinte dúvida:

"O ingresso de praças no Quadro de Oficiais (QOPMA, QOPME e QOPMMJ, mediante matrícula no CHOAEM, pode se dar exclusivamente com base na antigüidade, sem a realização de concurso público ou processo seletivo?"

Nos dias 22 e 25 de abril, respectivamente, a Procuradora-Chefe da Procuradoria Especial da Atividade Consultiva MARIA JÚLIA FERREIRA CÉSAR e a Procuradora-Geral Adjunta para Assuntos do Consultivo KARLA APARECIDA DE SOUZA MOITA, aprovaram o PARECER N° 0305/2016 - PRCON/PGDF, exarado pelo ilustre Subprocurador-Geral do Distrito Federal Sérgio Carvalho, determinando seu encaminhamento à Polícia Militar do DF, para conhecimento e adoção das providências pertinentes.

O que diz o PARECER 305/2016-PRCON/PGDF PROCESSO Número 054.000.383/2016
PMDF ASSUNTO: PROCESSO SELETIVO (CHOAEAA)

Forte em tais considerações, pode-se responder à consulta formulada pela PMDF afirmando:

Ø a) para ingressar no Curso de Habilitação de Oficiais Administrativos, Especialistas e Músicos (CHOAEM), objetivando posterior Inclusão, mediante promoção, nos Quadros de Oficiais PM Administrativos (QOPMA), Especialistas (QOPME) e Músicos (QOPMM), a Praça deverá (a) ser selecionada dentro do número' de vagas disponíveis em cada Quadro ou Especialidade, mediante aprovação em processo seletivo destinado a aferir o mérito intelectual;(b) possuir diploma de ensino superior expedido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação, observada a área de atuação; (c) possuir, no mínimo, 18 anos de serviço policial militar, até a data da Inscrição do processo seletivo; (d) possuir menos de 51 anos de idade na data da inscrição do processo seletivo; (e) possuir o Curso de Aperfeiçoamento de Praças ou equivalente; (f) pertencer ao QPPMC para o acesso ao QOPMA; e (g) pertencer ao QPPME para o acesso ao QOPME ou para o QOPMM correspondentes;

Ø (b) o Curso de Habilitação de Oficiais Administrativos, Especialistas e Músicos (CHOAEM) não se confunde com o processo seletivo destinado a aferir o mérito intelectual. O êxito no certame seletivo é que enseja a participação no curso de habilitação; e

Ø (c) exaurido o sobrestamento de 60 meses facultado pelo artigo 57 da Lei 12.086/2009 e concretizado no Decreto 31.231/2009, não há se cogitar da exclusiva utilização do critério da antigüidade.

Ao discernimento sábio de V. Exa.
Brasília, 20 de abril de 2016.

SÉRGIO CARVALHO
SUBPROCURADOR-GERAL DO DISTRITO FEDERAL

quinta-feira, 28 de abril de 2016

CAP e CAEP à distância – A verdade


Muito tem se debatido em vários grupos de redes sociais sobre a não ampliação do número de vagas nos cursos de CAP e CAEP à distância. No entanto muitos poucos sabem a verdadeira razão da não implementação de tais cursos e por que. Vamos tentar ser sintéticos e dar o verdadeiro norte desse imbróglio. Mas antes é preciso que saibam que meios e recursos para tal nós temos oriundos do Fundo Constitucional de Segurança Pública (FCDF).

Depois de consultar vários oficiais superiores que sempre estiveram ligados à parte administrativa da PMDF, vamos utilizar um método diferenciado de matéria de forma a que todos entendam o propósito. Serão perguntas e respostas que levarão todos a concluírem o porquê dessa questão.

1ª) Como pode ser avaliado os motivos por quais a PMDF não aumentou as vagas para os Cursos de Aperfeiçoamento de Praças (CAP) e Curso de Altos Estudos (CAEP):

Por duas simples razões. O baixo efetivo fez com que o comando da corporação optasse por curso à distância, ou seja, o Policial Militar faz o devido curso sem se ausentar da escala de Serviço e da atividade fim. No entanto, beneficia minoria em detrimento da maioria.

2ª) 0 Por que de não aumentar as vagas

O não aumento das vagas deve-se ao fato de que o orçamento não prevê e não comporta os recursos que seriam gastos para pagar o acréscimo no soldo do valor correspondente à conclusão do curso. Deixaram de fazer esses cálculos a cada ano anterior.

3ª) Qual seria a solução para que esse imbróglio se resolvesse

Para isso será necessário entender como funciona o orçamento anual da corporação. Ele é aprovado em julho de cada ano e aplicado em janeiro do ano subsequente. Começa a ser planejado em julho do ano anterior até o final do ano em exercício. Assim sendo, o planejamento para 2016 já havia sido efetuado e sem possibilidades de mudanças. Ao que tudo indica, já planejado.

A)     Para 2017, em seu orçamento, a Polícia Militar deve alocar recursos necessários no campo “pagamento de pessoal” prevendo o número máximo de policiais que devem ou deveriam fazer os respectivos cursos de CAP e CAEP.

B)     Realizar os cursos em Novembro e Dezembro de 2016, com término entre os dias 23 e 26 de dezembro, pois no dia da promoção prevista para 26 de dezembro do ano em curso todos estariam HABILITADOS e os valores correspondentes seriam pagos com recursos do ano de 2017 já que a folha de pagamento fecha no dia 10 de dezembro do ano em curso.

C)     As vagas de Agosto que dependessem desses recursos seriam fechadas em dezembro do ano corrente, visto que devem, em poucos, por falta de candidatos habilitados.

4ª) E a solução DEFINITIVA, qual seria

Em princípio o comando da corporação deverá adotar algumas práticas que seriam necessárias a essa complementação. Primeiro deve entender que seus integrantes são membros da força do Estado e não do Governo.

1)      Verificar quantos estão e em condições de frequentar os cursos esse ano e em 2017.
2)      Calcular o impacto financeiro que esses cursos ocasionarão aos recursos do Fundo Constitucional (FCDF), já disponível.

3)      Alocar esses recursos no planejamento orçamentário de 2017.

4)      Incluir no PAC (Planejamento Anual de Cursos) esses cursos para 2017.

Como explicitado acima, podemos ver e avaliar que tudo dependerá de uma grande intenção politica e institucional. Cabe ao Chefe da Casa Militar e ao Comandante da PMDF estabelecerem cronogramas e levarem ao conhecimento do governador Rodrigo Rolemberg. E ele, óbvio, deve entender e aprovar tais medidas sob risco de ter uma tropa mais desmotivada ainda.

Além disso, não podemos descartar que dois motivos foram fundamentais para que chegássemos aonde chegamos. Primeiro a falta de interesse de comandantes em valorizar seu policial e segundo a falta de vontade política para a prática do tema.

O baixo efetivo fez com que o comando optasse por cursos à distância, porém não foram suficientemente capazes de mostrar a realidade ao governador e defender sua classe, até porquê o número das estatísticas falam mais alto na hora de dar uma resposta à sociedade.

Outro detalhe importante, e que muitos bravejam, mas não entendem, é o fato de que o não aumento das vagas para os cursos de CAP e CAEP deve-se ao fato de não ter havido uma avaliação prévia. Os recursos alocados em 2015 não comportam o que seria pago em 2016 para que esses cursos fossem realizados e suas conclusões.

5ª) Temos soluções que atenda a PMDF e aos praças da PMDF

Bom, para isso é preciso que se entenda como funciona o orçamento da PMDF anualmente. Ele é aprovado em julho do ano anterior e aplicado no ano seguinte a partir de janeiro. O orçamento de 2017 começará a ser planejado pela PMDF em julho deste ano (2016) até dezembro vindouro. Assim sendo, as sugestões são.

A)     No orçamento de 2017 a Polícia Militar deve alocar recursos necessários no campo “Pagamento de Pessoal” prevendo o número de policiais que deverão fazer os cursos de CAP e CAEP;

B)     Realizar esses cursos em Novembro e Dezembro de 2016, com término, impreterivelmente, entre os dias 20 e 23 de dezembro de 2016. Com isso, no dia da promoção prevista para os dias 20 e 26 de dezembro todos estariam habilitados e os recursos provenientes para essas habilitações seriam estabelecidos em 2017, já que a folha fecha em dezembro de 2016.

C)     Em suma, as vagas de agosto de 2016 que dependessem desses cursos seriam efetivadas em dezembro de 2016.

Na verdade e por mais que discordem, só existe um parâmetro capaz de resolver essa situação, a vontade política de comando e governo. Sem esses pilares não haverá solução e, pior, agravará a cada dia a situação funcional dentro das casernas.

A Polícia Militar através de seu comandante deverá, a bem da maioria:

1)      Verificar quantos farão os cursos este ano de 2016 e em 2017.

2)      Calcular o impacto financeiro e encaminhar o GDF para inclusão nas planilhas de custo do FCDF (Fundo Constitucional do Distrito Federal)

3)      Alocar recursos no planejamento de 2017

4)      E incluir nos Planejamento Anual de Ensino (PAE) de 2017 os cursos.

Estão vendo como a coisa é muito mais simples do que imaginamos. Na verdade nunca houve ou haverá vontade política para que tais benefícios atinjam a maioria, AS PRAÇAS, a não ser que cobremos isso. Quanto mais estiverem submissos e divididos, melhor a todos.

Reuniões e mais reuniões com quem não define e decide nada não nos levará a nada. Temos que aprender primeiro a conhecer nossa própria legislação e até onde podemos ir e cobrar. Reconheço no atual comandante uma pessoa centrada e capaz de resolver muita coisa na caserna. Mas aí vai a pergunta: Atender ao governo ou ao seu público. Eis a questão....


Por Poliglota...

Secretária de Segurança vai se explicar à Câmara Legislativa

Márcia de Alencar falará sobre o uso de viatura para levar familiares à escola na tarde de 5 de maio. Distritais Wellington Luiz e Rafael Prudente chegaram a protocolar pedido de convocação dela, mas requerimento foi recusado

A secretária da Segurança Pública e da Paz Social, Márcia de Alencar, vai à Câmara Legislativa explicar o uso de uma viatura e de um policial militar para a escolta e o transporte escolar de parentes. Na sessão desta quarta-feira (27/4), os deputados tentaram aprovar um requerimento para convocá-la, mas a proposição, de autoria dos deputados Wellington Luiz e Rafael Prudente, ambos do PMDB, foi rejeitada.

O deputado Júlio César (PRB), líder do governo na Casa, afirmou ter ligado para a secretária para fazer um convite. No telefonema, Márcia teria confirmado a presença diante dos distritais na tarde de 5 de maio.

MAIS SOBRE O ASSUNTO


O deputado Wellington Luiz (PMDB) citou a reportagem publicado peloMetrópoles e afirmou em plenário: “Só a má-utilização dos recursos públicos já é grave, mas quando a secretária acha que os filhos dela, a família dela, têm que estar submetidos a todo um aparato de segurança sem uma ameaça concreta, imagina o que estão passando as famílias no Sol Nascente? Na Ceilândia? Se a própria secretária de Segurança não confia na área para a qual ela é responsável, temos que começar a rezar”.

A presidente da Casa, Celina Leão (PPS), afirmou que o assunto precisa ser investigado pela Câmara. “Temos que fazer a averiguação. Esse modelo de uso de carro público não condiz com o cargo de secretária de Segurança Pública. É desmoralizante. Gostaria muito de ter uma resposta sobre o assunto. Querendo ou não, é grave”, afirmou a deputada.

Em plenário, alguns distritais justificaram que o trâmite legal, previsto em regimento, é convidar primeiro. “Ela virá de boa vontade, não precisa de requerimento para convocação”, afirmou o deputado Reginaldo Veras (PDT).

Fonte: Manoela Alcântara – Metropoles.com 

Adendo: O que diz a Lei

Psicóloga e bacharel em Direito, Márcia de Alencar se ampara em um ofício datado de 1º de abril deste ano para justificar o uso do aparato estatal. Segundo o documento, assinado pelo chefe da Casa Militar do GDF, Cláudio Ribas, o fato de Márcia “não ser policial, não ter porte de arma de fogo nem dominar técnicas de defesa pessoal” determina a necessidade de o Estado destacar “profissionais especializados para atendê-la, bem como a seus familiares”.

Por meio desse ofício, a Casa Militar sugere que a pasta designe policiais militares para atender a secretária de Segurança Pública e cada um de seus familiares mais próximos. O aparato inclui a viatura oficial e uma equipe composta por dois agentes, sendo um motorista e o outro segurança pessoal propriamente dito.

O ofício prevê ainda que “é possível estender a segurança pessoal prestada para a secretária a seus filhos menores, conforme disposto no inciso 1, do Artigo 1º do Decreto 36.842 de 26 de outubro de 2015.” Acontece que a legislação mencionada é taxativa ao restringir a prerrogativa da segurança somente ao “chefe do Poder Executivo do Distrito Federal, de seus familiares e de autoridades eventualmente designadas”. Ou seja, parentes de secretários não entram no escopo da lei.

O Decreto:

DECRETO Nº 36.842, DE 26 DE OUTUBRO DE 2015.
Dispõe sobre a estrutura administrativa da Casa Militar da Governadoria do Distrito Federal.

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 100, incisos VII e XXVI, da Lei Orgânica do Distrito Federal, o art. 3º, inciso III, da Lei Nº 2.299, de 21 de janeiro de 1999, e o art. 22, parágrafo único, inciso III, combinado com o art. 23 da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, DECRETA:

Art. 1º A Casa Militar da Governadoria do Distrito Federal, órgão com status de Secretaria de Estado, que fornece apoio logístico, assessoramento militar e segurança institucional ao Governador, tem atuação e competências nas seguintes áreas:

I - garantia da segurança do Chefe do Poder Executivo do Distrito Federal, de seus familiares e de autoridades eventualmente designadas;

II - assessoramento do Governador na Inteligência de Estado;

III - assessoramento do Governador em assuntos de natureza militar;

IV - realização do transporte do Governador e de seus familiares;

V - assessoramento do Governador e de seus familiares no planejamento e na execução de atividades pessoais e institucionais.

VI - garantia da segurança da informação e da comunicação;

VII - gerenciamento da habilitação e do credenciamento dos órgãos e das entidades da Administração Direta e Indireta do Poder Executivo do Distrito Federal para o tratamento da informação classificada;

VIII - suporte ao desenvolvimento de projetos que envolvam a segurança da informação e da comunicação e a segurança orgânica de órgãos e entidades designados;

IX - provimento da logística e da segurança orgânica das sedes do Governo e das Residências Oficiais do Distrito Federal;

X - administração da frota de veículos terrestres e aéreos colocados à disposição da Governadoria do Distrito Federal;

XI - planejamento, no âmbito do Distrito Federal, das atividades relacionadas à ordem pública e social a serem coordenadas e executadas pelos órgãos competentes.

O ofício da Casa Militar de 1º de abril afronta ainda uma outra norma expressa do próprio governador Rodrigo Rollemberg (PSB). Em 16 de fevereiro deste ano, ele publicou o Decreto nº 37.121, de 16 de fevereiro de 2016, que limita e disciplina a utilização de carros de representação do GDF. A única menção a familiares diz respeito a parentes do próprio governador e de seu vice.


O fato de a secretária de Segurança agora ter sob o seu comando o sistema prisional antes vinculado à Secretaria de Justiça também foi usado pela Casa Militar como argumento para justificar a necessidade do aparato de segurança.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Rollemberg homenageia policiais militares promovidos

Governador agradeceu a atuação dos policiais em 17 de abril


Mil novecentos e oitenta e quatro praças e 170 oficiais da Polícia Militar foram homenageados nesta quarta-feira (27) por terem sido promovidos. "Esse é o reconhecimento do trabalho que a corporação tem feito pela população do Distrito Federal", destacou o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, durante solenidade na Academia de Polícia Militar do DF, no Setor Policial Sul. "Vemos nesta força de segurança pública o caminho para uma cultura de paz", acrescentou o chefe do Executivo.

Rollemberg aproveitou para agradecer a atuação dos policiais em 17 de abril, quando cerca de 80 mil manifestantes, entre pessoas contrárias e favoráveis ao impedimento da presidente Dilma Rousseff, tomaram a Esplanada dos Ministérios para acompanhar a votação do processo na Câmara dos Deputados. "Tenho certeza que a população ficou orgulhosa do trabalho da polícia neste dia", afirmou.

As promoções podem ocorrer por quatro critérios: antiguidade, merecimento (baseado na ordem de classificação ao fim dos cursos de cada quadro ou no conjunto de atributos e qualidades avaliados no decurso da carreira), ato de bravura (resultado de ato que ultrapasse os limites normais do cumprimento do dever) e post mortem, que expressa o reconhecimento ao policial morto no cumprimento do dever.

Mudança no interstício

Outro motivo que passou a interferir na promoção dos praças e dos oficiais foi a redução no interstício — tempo mínimo que cada militar deve cumprir na patente — oficializada em 15 de abril no Diário Oficial do DF.

A medida, tomada com base em uma autorização da Lei Federal nº 12.086, de 2009, reduziu em 50% o tempo para assumir novas patentes e tem como objetivo suprir vagas previstas no quadro da cadeia de comando. Para ascender de capitão a major, por exemplo, são exigidos quatro anos de exercício na função. Com a mudança, o intervalo caiu para dois anos.

De acordo com o chefe da Casa Militar, coronel Cláudio Ribas, também presente na solenidade, a resolução é um ganho institucional. "Vamos suprir a deficiência nos postos desocupados, o que trará um impacto efetivo na segurança." Só neste ano, cerca de 600 militares se aposentaram. Em 2015, o número de reservistas foi de 1.120.

Segundo o coronel Ribas, a despesa de quase R$ 15.370.905 inerente à promoção está prevista no orçamento anual das forças de segurança.

Ainda de acordo com a lei federal, os atos de declaração e promoção dos oficiais (coronel, tenente-coronel, major, capitão, 1º e 2º tenentes) são efetivados por decreto assinado pelo governador. Já no caso dos praças (subtenente, 1º, 2º e 3º sargentos, cabo, soldado), por meio de portaria assinada pelo comandante-geral da corporação.

Estavam na cerimônia de homenagem a secretária da Segurança Pública e da Paz Social, Márcia de Alencar, o comandante-geral da PM, coronel Marcos Antônio Nunes de Oliveira.

Fonte: Agência Brasília

domingo, 10 de abril de 2016

CAP e CAEP à distância sim. Quanto à redução do interstício....


Em entrevista hoje (10) pela manhã na Rádio Atividade FM, o governador Rodrigo Rolemberg foi questionado sobre a Segurança Pública. Várias perguntas foram encaminhadas, mas a mais importante e de interesse geral no momento no seio das casernas não foi respondida: “Haverá ou não a redução dos interstícios para as próximas promoções de 22 de abril?”.

Esguio e mostrando nitidamente que não está podendo ou querendo se comprometer, o governador deixou os policiais sem a tão importante resposta.

Segundo o Art. 5º da Lei 12.086, a  Promoção é ato administrativo e tem como finalidade básica a ascensão seletiva aos postos e graduações superiores, com base nos interstícios de cada grau hierárquico. A redução de interstício prevista no § 2o da Lei 12.086/09 será efetivada mediante ato do Governador do Distrito Federal, por proposta do Comandante-Geral, para as promoções de Oficiais e do Comandante-Geral, por proposta do titular do órgão de gestão de pessoal, para as promoções de Praças. 45 dias antes da data de promoção é apurado o número de vagas existentes e publicado o quadro de acesso. A redução do interstício pode ser feita se beneficiar 50% + 1 em relação ao número de vagas existentes. Serão também consideradas vagas abertas as que resultarem das transferências ex officio para a reserva remunerada, já previstas, até a data da promoção, inclusive, bem como as decorrentes de quota compulsória.

Por outro lado, segundo suas palavras (áudio abaixo), para os próximos cursos de CAP e CAEP a metodologia a ser utilizada será à distância. Mesmo esguio, o governador deixou em aberto que espera dar uma outra boa notícia aos policiais ainda essa semana(?).

Vamos aguardar...Chega de promessas não cumpridas.


Por Poliglota...

sábado, 2 de abril de 2016

Ovelhas e Lobos: As duas faces de um PT falido


Nunca votei em nenhum candidato do PT. Muito menos em Lula. Mas confesso que durante a sua presidência, fiquei surpreso e em vários momentos até cheguei a admirá-lo. O que fez pelos menos favorecidos foi elogiável, reconheço.

Cheguei a pensar até que o Brasil se tornaria uma grande nação mundial, sólida e educada política e socialmente. A maioria dos brasileiros parecia feliz e ele deixou o poder com 80% de aprovação.

O que ninguém sabia, no entanto, era que por trás desta aparente tranquilidade e sucesso, havia um quadrilha organizada e apoiada por ele, agindo nas sombras para surrupiar o País e empresas públicas. O tumor maligno já estava instalado e lentamente se infiltrava nos órgãos transformando-se em metástase.

Dilma, um cacto, foi plantada para levar o plano em frente e seria sua marionete perfeita, quase humana. Mas o que ele não podia prever é que a marionete não articulava bem e o pinóquio acabou fugindo da casa do Gepetto e passou a viver por conta própria. A história todos conhecem.

Tola, temperamental e sem nenhuma sensibilidade política e no afã de manter-se no poder, exagerou na dose ao financiar programas que sabia que não seriam suportados pelo tesouro, acabando por levar o país a bancarrota e ao caos financeiro, político e social. O discurso sustentado sempre foi o de separação de classes, regiões, cores e gêneros. Velha política de "Dividir para governar", afastando-se da unidade nacional que deveria manter os brasileiros unidos para um progresso comum.

Além disso, Lula foi o grande arquiteto do foro de São Paulo que pretendia implementar a ditadura do proletariado na América do Sul. Utopia. O Brasil nunca se renderia ao comunismo e nunca se renderá. Aqui, as pessoas gostam de trabalhar e ser regiamente pagas por seu trabalho.

Que o governo criou programas interessantes, criou sim. Muitos aproveitados dos governos passados. O que não previu, ou a ansiedade de poder não deixou ver, é que quem financiaria esses projetos seria a classe produtiva com seus impostos e empregos.

Mas no entanto, resolveram dividir os ganhos com empresários corruptos, levando essas empresas a bancar suas contas. Resultado: Apanhados em flagrante, a casa caiu, o financiador faliu e tudo o que haviam, em tese, feito em prol da sociedade foi se perdendo no caminho. Perderam a mão, o respeito e tudo o que restou foi o Nós, e o Eles. E agora José? O dinheiro acabou, a fonte secou e o Brasil parou.

Agora agonizam e chafurdam na lama de suas próprias torpezas e irresponsabilidades com a república. Esqueceram da ética, da moral e do principal, da vergonha. Mentem compulsivamente. Dissimulam, fantasiam um poder que já não tem. Entregam com pompas, obras feitas de ar, e que sabem, não poderão pagar.

Ao fim perguntamos: Quem está dando golpe em quem? Instalado o caos pelo crime e por tudo o que fizeram e o que deixaram de fazer, só nos resta confiar na última trincheira antes que o pior aconteça: A JUSTIÇA.

Que Deus nos proteja e que todos os brasileiros vivam em paz.

Bom final e semana,


Da redação...

Vereador Marcus Vinícius: Sangue novo no PSD rumo à Prefeitura de Valparaíso


Em clima de festa, com a presença de várias autoridades e o auditório da Câmara de vereadores totalmente lotado, o vereador de Valparaíso de Goiás Marcus Vinícius assinou ontem (1) sua filiação ao PSD. Em companhia dos secretários Thiago Peixoto (Desenvolvimento Econômico) e Vilmar Rocha (Cidades e Meio Ambiente), o parlamentar desembarcou do PT do B para viabilizar sua pré-candidatura à prefeitura da cidade.

Uma das razões que levaram-no a mudança partidária foi a aproximação com a ex-prefeita e grande liderança no entorno Lêda Borges. Mesmo sabendo que a preferência da atual Secretária e deputada estadual caminha para outros rumos, o bom trabalho apresentado pelo vereador Marcus Vinicius o credencia a ter os olhos dela voltado para ele e tem grandes chances de unir a base aliada do governador Marconi Perillo.

Lutarei para mostrar à população e á secretária meu valor e a força do grupo que montamos será nosso carro chefe. A população de Valparaíso está motivada para novas mudanças e confiam no nosso trabalho. Estou otimista e bastante animado com o processo, disse o jovem vereador Marcus Vinicius.

O fraco desempenho da atual administração de Lucimar Nascimento (PT), atual prefeita, é um dos pontos fortes que poderão alavancar a candidatura de Marcus Vinicius, aliado ao perfil do jovem que em matéria de rejeição está praticamente à zero e esse, hoje, é um dos fatores primordiais na visão do eleitorado.


A presidente e o vice-presidente do PSD de Valparaíso, Márcia Aparecida Teixeira Alves e Wellington Batista Godói Rodrigues, respectivamente, garantem o suporte ao futuro candidato, com um trabalho que vem se desenvolvendo desde o ano passado.

Que venha o dia 02 de outubro e que Valparaíso volte a ter orgulho com a nova administração de ser uma das cidades do entorno que mais cresceu nos últimos anos.

Da Redação,

Por Poliglota...

terça-feira, 22 de março de 2016

NOTA DE PESAR


É com grande pesar que comunicamos o falecimento do professor Francisco de Paula Lima Júnior, o prof. Chico, aos 49 anos, que foi a óbito esta madrugada, no Hospital Daher, em Brasília-DF. O professor Chico lutava contra um agressivo câncer, que tirou todo o seu vigor físico, menos o seu sorriso e sua paixão pelo jornalismo, profissão que exercia há anos.

Ao longo de sua vida, o docente colecionou várias amizades no meio acadêmico e político, seja pelo seu perfil agregador e também devido a sua grande inteligência, que fazia qualquer pessoa se encantar por suas análises bem fundamentadas sobre a política.

Em sua história, destacamos a participação nas Diretas Já, ao lado de familiares e amigos, que juntos lutaram contra a ditadura e a favor da democracia no país.

Como professor, Francisco foi um acadêmico inovador, que mudou os métodos de aplicar aulas, interagindo com seus alunos, cujos ensinamentos eram mais fáceis de serem aprendidos.

Nos últimos anos de vida, o prof. Chico chacoalhou o jornalismo político de Brasília, ao instituir a Associação Brasiliense dos Blogueiros de Política (ABBP), que reúne 50 blogueiros na cidade.

A ABBP lamenta muito a morte de seu presidente. Sua perda é irreparável, mas seu legado ficará para sempre marcado no jornalismo e no coração de cada familiar, aluno e amigo.

Descanse em paz, querido presidente!

Informações sobre o velório e sepultamento:

Local: Campo da Esperança
Capela: 7
Velório: A partir das 12h
Sepultamento: 16h

Diretoria de Comunicação e Marketing