terça-feira, 21 de outubro de 2014

PLANO DE CARREIRA, CARREIRA ÚNICA E NOVOS BENEFÍCIOS PARA A PM E BM

FREJAT PRETENDE REUNIR PRAÇAS E OFICIAIS NUM MEGA COMÍCIO NA PRAÇA DO RELÓGIO, ONDE REAFIRMARÁ APOIO A UMA DAS PRINCIPAIS BANDEIRAS DOS MILITARES, O PLANO DE CARREIRA E A CARREIRA ÚNICA, E DEVE ANUNCIAR MAIS BENEFÍCIOS!

Dia 15 passado bastou uma chamada nas redes sociais com antecedência e gravado e divulgado em vídeo via rede WathSaap pelo candidato ao Governo do Distrito Federal, Jofran Frejat, para que policiais e bombeiros militares se aglomerassem na Hípica Hall para ouvir de Frejat a confirmação de que, além da elaboração de um plano de carreira digno, a próxima gestão irá abraçar a proposta de criação da Carreira Única na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros do DF e um novo Código de Ética para substituir o RDE pondo fim as prisões disciplinares.

“Vocês formam uma categoria de força, que concentra talvez a maior expressão de apoio a nossa campanha. Não são desunidos como muitos falam. Lutaremos até o fim por melhorias, pelo direito de classe, por um trabalho com estrutura, motivação e dignidade e por uma segurança representativa e consistente em todas as comunidades do Distrito Federal”, bradou Frejat aos policiais e bombeiros presentes.

A carreira única tornou-se uma das bandeiras dos militares. Ela consiste na possibilidade do militar entrar na corporação como soldado e ascender até o posto máximo, de coronel. Atualmente, quem entra como soldado dificilmente passa de 1º tenente ao fim de 30 anos de serviço. Os oficiais são formados à parte, ingressam como tenentes e chegam a coronel. 

Desde 2008, o ingresso na Polícia Militar do DF requer o diploma de terceiro grau. Hoje, mais de 95% do contingente tem curso superior. Com alto nível de instrução, as praças — como são chamados os militares de patente mais baixa, de soldado a subtenente — reivindicam o direito de seguirem ao topo da carreira. 

 “Nós elaboramos e assinamos juntos o plano de governo. Nós andamos juntos em cada comunidade, conversamos juntos com cada categoria e tudo que está assinado, liquidado está. Sou um homem de compromisso e de amizade longa, vocês não terão nenhuma expectativa frustrada”, anunciou Frejat, em seu discurso. 

"Nós fizemos questão que cada um de vocês da família militar estivessem aqui, cada candidato, cada liderança. Estamos aqui para garantir que todos, não somente um, mas todos os compromissos assumidos serão cumpridos por mim em meu governo. Agora é com vocês me elegerem e nos levar ao Palácio do Buriti para que isso possa ser concretizado”, disse Frejat, sob aplausos dos militares.

Quanto à atualização do plano de carreira, o compromisso assumido no início da campanha eleitoral por Arruda, e reiterado agora por Frejat, prevê a reestruturação da lei nº 12.086/2009, aprovada em tempo recorde, com o esforço mútuo de José Roberto Arruda, então governador do DF, e Gim Argello, senador, que foi candidato à reeleição.

Em sua fala, o candidato a distrital Poliglota (DEM), o mais votado dentro do Partido Democratas e um dos mais votados na Polícia Militar, a pedido do governador Frejat falou representando o Deputado Federal Alberto Fraga (155 mil votos, o 1º do DF e 3º proporcionalmente no país) que na condição de Coordenador da campanha de Frejat na Ceilândia não pode comparecer, disse que “agora a luta por benefícios às corporações receberão um carinho especial, haja visto que um dos mais experientes deputados do Congresso retorna à casa. Os quase 140 mil votos que levaram o senhor, Jofran Frejat, ao segundo turno podem ser aqueles que o levarão à vitória”, referindo-se aos militares que com certeza fizeram a diferença para excluir Agnelo do segundo turno.

Segundo a assessoria de Frejat, no dia 22, quarta-feira, às 20:00 horas, está previsto um Mega Comício na Praça do Relógio com policiais e bombeiros, onde espera-se a presença maciça de todos em apoio a candidatura de Jofran Frejat, principalmente pela queda na diferença entre os dois candidatos onde Rolemberg aparece com 44% e Frejat com 37% (Instituto Exata Opinião Pública 20/10). Novos benefícios para as categorias devem ser anunciados no comício. 

Fonte: Da redação – Atualização 21/10/2014 às 07:20hs

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Instituto Exata: Rollemberg lidera com 44% das intenções de voto

Rollemberg continua a liderar intenções de voto no DF

Frejat aparece com 37% e indecisos somam 11%

Duas mil pessoas foram entrevistadas entre os dias 16 e 18 de outubro. A margem de erro é de 2%, com nível de confiança de 95%

O candidato a governador do DF Rodrigo Rollemberg (PSB) tem 44% das intenções de voto, de acordo com pesquisa do Instituto Exata Opinião Pública, que foi divulgada nesta segunda-feira (20) pelo Balanço Geral DF. Jofran Frejat (PR) aparece com 37%. A porcentagem dos indecisos é de 11% e os brancos e nulos somam 8%.

Na avaliação apenas dos votos válidos, Rollemberg aparece com 54%. Na pesquisa anterior, de 12 de outubro, ele estava com 59%. Frejat tem agora 46% dos votos válidos, antes, somava 41%.

O Instituto Exata também avaliou como está a preferência dos brasilienses para a eleição para presidente. Entre os votos válidos, o candidato Aécio Neves (PSDB), aparece com 63% das intenções no DF. Já Dilma Rousseff (PT) tem 37% dos votos dos brasilienses.

Fonte: Portal R7 DF. Por ALESSANDRA DANTAS. FotoR7

sábado, 18 de outubro de 2014

Eleições no DF: Confronto final

Quem são os dois candidatos que disputam a cadeira de governador e como eles pretendem lidar com grandes problemas da capital

Em um dia da primavera de 2013, Rodrigo Rollemberg (PSB) tomava um pingado e comia pão com manteiga enquanto conversava com o marqueteiro Hélio Doyle dentro da Praliné, na 205 Sul. Numa época em que poucos enxergavam o potencial do socialista para o governo, os dois traçavam estratégias em cima de pesquisas que indicavam a baixa rejeição ao nome do senador. Uma primavera depois, eles continuam mergulhados nas táticas de campanha. Agora, discutindo as filigranas de uma corrida que aponta o favoritismo de Rollemberg. Na noite do dia 14, Doyle quis saber por que o candidato não tinha usado o terno novo na entrevista que dera à Rede Globo. O paletó da ocasião parecia dois números acima do seu porte. Na base da brincadeira, ficou acertado que a beca nova pode ser a da posse. Segundo a última pesquisa do Ibope, Rollemberg tem 60% dos votos válidos, contra 40% de seu adversário, Jofran Frejat, do PR (confira no final da matéria ideias e propostas de ambos para algumas grandes questões de Brasília).

Diferentemente do socialista, Frejat não teve um ano para lidar com a perspectiva de se tornar governador. Aos 77 anos, sem mandato parlamentar e praticamente aposentado, vivia a rotina mais tranquila da posição de candidato a vice. Foi o impedimento jurídico do cabeça de sua chapa, José Roberto Arruda, que o alçou a protagonista 22 dias antes do primeiro turno. As mesmas pesquisas que serviram de subsídio para apontar as chances de Rollemberg também mostraram que Frejat era um bom nome para herdar o espólio do grupo arrudista.

Embora mais de duas décadas separem a trajetória dos dois postulantes ao Buriti, ambos exibem cabelos brancos e uma considerável vivência política no DF. Rollemberg iniciou a carreira no Legislativo como funcionário público pela influência do pai, Armando Leite Rollemberg, então deputado federal por Sergipe. Viria a ser eleito distrital pela primeira vez na condição de suplente, em 1994. Nas brechas abertas pelo titular Wasny de Roure (PT), o substituto se destacou à frente da CPI da Grilagem. Durante o mandato seguinte, já como deputado eleito, investiu na oposição a Gim Argello e sobressaiu mais uma vez. Em 2002, deu um passo político maior que a perna. Mesmo contra a vontade de alguns aliados, candidatou-se ao governo e perdeu. “Dizem que ele é meio teimoso, mas sou testemunha da sua capacidade de ouvir e debater”, diz o amigo e correligionário Marcelo Dourado, que, naquela ocasião, tinha sido contra a decisão do parceiro de três décadas. Além da temporada como distrital, Rollemberg soma certa experiência no Executivo. Foi secretário de Turismo no governo de Cristovam Buarque e de Inclusão Social no Ministério de Ciência e Tecnologia, então comandado por Eduardo Campos. Em 2010, o socialista emendou um mandato de deputado federal com o de senador. Pouco depois da vitória, na esteira da coligação com o PT, Rollemberg teve mais um rompante. De novo, vozes de aliados bradaram contra a decisão. “Conquistamos o governo com Agnelo, não era justo sair naquele momento”, considera Luís Otávio Neves. Atual secretário de Turismo, ele coordenou quatro campanhas de Rollemberg, mas hoje é politicamente rompido com ele.

Assim como seu adversário, Frejat pode ostentar experiência no Legislativo e no Executivo. Além de cinco mandatos na Câmara Federal, assumiu a Secretaria de Saúde em quatro momentos. Na primeira oportunidade, o governador ainda era o coronel Aimé Lamaison. Depois, fez uma longa parceria com o governo de Joaquim Roriz, que agora respalda sua candidatura. A vitrine da campanha de Frejat é a construção do sistema da rede pública de saúde no DF, que um dia já foi menos ruim. “Tudo estava por fazer, qualquer um teria se destacado”, diz a médica e ex-deputada Maninha. Presidente do sindicato dos médicos nos doze anos da gestão de Frejat, Maninha afirma que o ex-secretário enfrentou o maior número de greves na saúde por não saber dialogar. Quem trabalhou ao lado de Frejat considera a avaliação carregada de ranço. “Ele ouve a equipe, mas não foge à sua responsabilidade, algo típico na vida de um cirurgião, que precisa ser rápido nas decisões”, elogia seu ex-chefe de gabinete Esmaragdo Ramos. No fim do dia 26, saberemos se tem mais força o ímpeto do senador que abandonou o mandato pela metade ou a coragem do aposentado disposto a falar em nome de Arruda.

Rodrigo Rollemberg

Qual será a sua primeira medida tão logo se sente na cadeira de governador?

Vamos radicalizar na transparência. No segundo dia de gestão, vou criar um conselho de transparência, como o Contas Abertas. Abrirei a senha do orçamento para que todos os cidadãos acessem essas informações. Além disso, colocarei painéis na rodoviária para divulgar todos os contratos feitos pelo meu governo.

Como salvar o Estádio Nacional Mané Garrincha, que tem reunido público pouco expressivo em partidas de futebol e recebido shows apenas na área de estacionamento?

Vamos propor uma concessão de direito de uso do estádio, acompanhada por um conselho que garanta transparência das ações. Além do retorno financeiro, estaremos focados em viabilizar um conjunto de atividades culturais e esportivas que contribuam para o fomento do turismo na capital.

Basta chover uma vez para que diversos pontos da cidade fiquem intransitáveis. As inundações nas tesourinhas são um exemplo. O senhor se compromete a resolver esse problema?

Sim. Temos de fortalecer as empresas públicas, nesse caso a Novacap, para garantir que se façam manutenção e ampliação das galerias pluviais. Vamos garantir investimentos para reduzir esse desconforto.

Houve crescimento de 21% na frota de carros no DF durante os últimos quatro anos. Hoje, há um déficit de 30 000 vagas no Plano Piloto. Que medidas o senhor vai tomar para solucionar a desproporção entre estacionamentos e veículos no centro de Brasília?

Primeiro vamos melhorar o transporte coletivo, ampliando o número de ônibus e abrindo novos corredores para esses veículos. Também estudaremos a possibilidade de fazer PPPs para estacionamentos subterrâneos na área central, nos setores hoteleiro e comercial, desde que o poder público não precise entrar com recursos.

Uma investigação do Ministério Público apontou a existência de uma máfia de alvarás, cuja atuação abrange desde a construção de um quiosque até a de um shopping center. O senhor terá coragem de enfrentar esse esquema?

Não tenha dúvida. Temos a atitude para mudar. Vamos declarar guerra à burocracia e à corrupção, com a contratação de servidores técnicos e concursados para analisar os processos.

Circula na cidade um dossiê no qual seus adversários o acusam de beneficiar parentes e aliados com emendas parlamentares. Isso é verdade?

É um dossiê fajuto, preparado pelo ex-deputado Rogério Ulysses, expulso do PSB em decorrência da Caixa de Pandora. Esse material foi encaminhado ao Ministério Público há quatro anos, e nunca ocorreu nada porque são denúncias vazias.

O senhor mantém uma vaga congelada no Senado. Por que não abre mão desse cargo para que a Casa chame um concursado, já que se mostrou um defensor da seleção pública?

Minha posição é a de milhões de servidores federais, estaduais e municipais. Cumpro as prerrogativas da lei como qualquer parlamentar eleito que pode pedir licença do serviço público.

Por que acha que o seu correligionário Reguffe conquistou mais votos para o Senado do que o senhor para o governo?

Reguffe é uma pessoa de grande prestígio na cidade, fez um bom trabalho e tem méritos que devem ser reconhecidos, mas também enfrentou adversários mais fracos do que eu. É uma honra ser um aliado dele.

No primeiro turno, o senhor atacou pesadamente a gestão de Agnelo. Vai aceitar a aproximação de petistas que lhe declaram apoio?

Apontei o governo Agnelo como apagão de gestão. Vamos fazer um governo completamente diferente do dele. As pessoas que querem nos apoiar pelo nosso programa poderão vir, mas não trocarei apoio político por participação no governo.

O PSB do DF foi orientado a fazer palanque para Aécio. O senhor se sente confortável com a decisão do partido?

Defendi essa posição partidária por entender que, neste momento, o melhor para o fortalecimento da democracia é a alternância de poder.

Jofran Frejat

Qual será a sua primeira medida tão logo se sente na cadeira de governador?

Vou acabar com a Agefis, que hoje impede o crescimento do Distrito Federal. A fiscalização de irregularidades ficará a cargo das administrações. Novos concursados vão avaliar as características de cada cidade, já que uma não é igual a outra.

Como salvar o Estádio Nacional Mané Garrincha, que tem reunido público pouco expressivo em partidas de futebol e recebido shows apenas na área de estacionamento?

Estou estudando, junto com professores da UnB, formas de parcerias público-privadas para dar o melhor encaminhamento ao Mané Garrincha.

Basta chover uma vez para que diversos pontos da cidade fiquem intransitáveis. As inundações nas tesourinhas são um exemplo. O senhor se compromete a resolver esse problema?

Sim. Não tenho nenhum receio de fazer obras que não dão ibope. Não tenho preocupação em ser reeleito. A questão não é tão complicada. Quero fazer mudanças na parte pluvial e no saneamento. Existem 25 000 famílias sem sistema de esgoto aqui no DF. Isso é uma questão até de saúde pública.

Houve crescimento de 21% na frota de carros no DF durante os últimos quatro anos. Hoje, há um déficit de 30 000 vagas no Plano Piloto. Que medidas o senhor vai tomar para solucionar a desproporção entre estacionamentos e veículos no centro de Brasília?

Há cinco anos tínhamos 1 milhão de carros circulando. Hoje já são 1,5 milhão. Se não melhorarmos o serviço público de transporte, esta cidade vai ficar intransitável. Além disso, implantaremos sistema de cobrança, como a Zona Azul, e novos estacionamentos subterrâneos. Qualquer lugar tem. Paris tem.

Uma investigação do Ministério Público apontou a existência de uma máfia de alvarás, cuja atuação abrange desde a construção de um quiosque até a de um shopping center. O senhor terá coragem de enfrentar esse esquema?

Coragem é o que não me falta. Não tenho nem mais idade para ser covarde. Vamos definir sessenta dias para que alvarás sejam analisados. Os que não forem autorizados precisarão de justificativa, sempre respeitando o prazo máximo de dois meses para a análise.

O senhor usa a Saúde como sua principal vitrine. Acontece que a área nunca foi boa. Nem mesmo durante seus quatro mandatos como secretário da Pasta. O que vai mudar agora?

Na minha gestão, durante muitos anos fomos referência. Tivemos a menor mortalidade infantil do país, os maiores números de aleitamento materno. Nossos centros, nossos hospitais regionais e os agentes de saúde foram usados como exemplos pelo SUS. Muitos nos copiaram. A situação piorou depois.

No serviço público, a aposentadoria compulsória ocorre aos 70 anos. O senhor tem 77 e vai pegar um governo bem difícil pela frente. Acha que terá condições físicas?

Não duvide. Estou com a cabeça boa, tranquilo, em plena atividade. Tenho uma filha de 14 anos. Meu irmão tem 90 e está em ótima condição.

Qual será o poder de influência de Arruda, Gim Argello e Luiz Estevão em um eventual governo do senhor?

Quem me conhece sabe que só quem manda em mim é minha mulher, e em casa. Agora, Arruda fez um excelente governo, e vou ouvi-lo sempre que precisar de ajuda. Mas a decisão final é minha e não me meto em irregularidades.

É verdade que o senhor renunciaria para a sua vice, Flávia Arruda, assumir o governo?

Isso não tem fundamento, é a língua do povo. A esta altura da vida não vou fazer todo esse esforço para abrir mão depois. Sai dessa!

O senhor declarou um patrimônio de 7 milhões de reais. Não lhe parece desproporcional para quem diz ter dedicado a vida ao serviço público?

Não é incompatível, eu sempre tive consultório particular. Sou formado há 52 anos e, ao contrário de outros candidatos, declaro minha casa pelo preço que ela vale. Não escondo nada, nunca tive problema com a Receita Federal.

Saiba o que pensam os candidatos sobre outros temas em abr.ai/segundoturnodf

Fonte: Revista Veja Brasília por Lilian Tahan e Clara Becker.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

ENTENDA TARIFA FREJAT: ÔNIBUS A R$ 1

CANDIDATO APRESENTA PLANO PARA VIABILIZAR MOBILIDADE URBANA NO DF

O candidato ao Governo do Distrito Federal, Jofran Frejat, lançou na tarde desta quarta-feira, 15, programa popular que estabelece em R$ 1 o preço da passagem de ônibus em todo o DF — a Tarifa Frejat. Ela será instituída por decreto a partir de 1º de janeiro de 2015, após a vitória no 2º turno da eleição.

“Este projeto viabiliza o Distrito Federal. Porque efetivamente estimula o transporte público em detrimento do automóvel particular”, comentou Frejat, ao discutir o assunto com a coordenação da campanha. “Todos os estudos técnicos, inclusive o Plano Diretor da cidade, apontam que o DF vai parar antes de 2020 se continuar o ritmo atual da frota de carros particulares”, completou.

(Clique aqui para ver o vídeo sobre o projeto) 

A proposta chegou ao candidato ainda durante o 1º turno, na forma de uma carta manuscrita entregue por um morador da QNL, em Taguatinga. Este cidadão do DF chamou seu projeto de Catraca Livre. E propunha a implantação da tarifa zero em todos os ônibus.

A partir daí, Frejat aproveitou para idealizar algo que já lhe interessara desde as passeatas do movimento passe livre, em 2013. Formou um grupo de estudo com advogados, engenheiros de trânsito e especialistas em transportes. Eles se debruçaram sobre o tema por 22 dias. E apresentaram a minuta final do projeto no início desta semana.

A Tarifa Frejat funciona de forma simples: o GDF passa a arcar com uma parte maior da passagem paga pelos passageiros. O formato é semelhante ao usado nos restaurantes comunitários — criados durante o Governo Roriz e hoje instalados em 13 cidades do DF. 

Lá, cada refeição custa em torno de R$ 4. O usuário paga R$ 1 e o Estado arca com o restante. No caso dos ônibus, será a mesma coisa. 

Os cálculos do grupo de estudo estimam um aumento de 30% no número de usuários de ônibus a partir da implantação da Tarifa Frejat. Hoje, os usuários fazem 1,1 milhão de viagens diárias  — 605 mil pessoas vão para o Plano Piloto pela manhã e voltam às cidades à noite. Esse número crescerá para 1,4 milhão de viagens. 

O custo do sistema, que hoje é de R$ 90 milhões mensais, passará a R$ 112 milhões mensais. O ovo de colombo é a decisão política de fazer o Estado arcar com o valor, investindo diretamente no transporte público. 

O mecanismo para isso é simples. Há três fontes de onde o sistema se remunera:
1) vale-transporte;
2) subsídio a estudantes, idosos e deficientes;
3) bilhetes vendidos na catraca.

Nada muda em relação às duas primeiras fontes. Para que o usuário pague somente R$ 1 na catraca, a Tarifa Frejat, o GDF terá de tirar do bolso mais  R$ 36 milhões mensais aproximadamente. 

O dinheiro sairá da arrecadação com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Ou seja, os donos de carros particulares pagarão a conta de quem anda de ônibus. 

Atualmente, o GDF arrecada algo próximo de R$ 800 milhões por ano com o IPVA. Parte da receita bancará a tarifa de ônibus a R$ 1.

O plano será instituído por decreto. Nele, cria-se o Fundo do Transporte Coletivo, que receberá os recursos oriundos do IPVA para quitar o subsídio. De imediato, o GDF instará as empresas de ônibus a aumentarem a frota em 700 veículos. 

Fonte: http://www.frejat22df.com.br/3/Noticias/EntendaTarifaFrejatOnibusAR1_5654/

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Oficiais X Praças: ASOF - PMDF propõe ADIN contra promoções de QOPMA

Como se não bastasse a falta de representatividade no próximo quadriênio na Câmara Legislativa, a desunião que impera dentro da corporação, a divisão de uma polícia em duas (Praças e Oficiais) e o receio de 4 anos de pura incerteza, a Associação dos Oficiais da Polícia Militar do DF (ASOF/PMDF) acabou de soltar mais uma pérola na semana passada, tornando o quadro mais agravante ainda.

Trata-se de um pedido de ajuizamento de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN), impetrada dia 08/10/2014, contra os Artigos 32, 57, 79 e 83 da Lei federal 12.086, de 6/11/2009, publicada no Diário Oficial da União de 9/11/2009.

Em linhas gerais, pela proposição dos termos da ADIN, evidente que as 409 vagas de Oficiais QOPMA hoje existentes, segundo o organograma institucional da corporação, fariam muito bem ao quadro QOPM.

É preocupante, principalmente em se tratando de um governo que está se findando com a maior rejeição da história de Brasília, porém ainda temos uma Lei maior que é a Carta Magna e confiamos na essência de vários organismos que se notabilizaram pela sua imparcialidade.

Estamos de olho!

Poliglota...


Veja a ADIN na íntegra:



Comento: Apesar de longo, sugiro a todos que leiam e entendam a real situação, pois disso aqui está o seu presente e o seu futuro, mexendo, inclusive, no seu passado. Agora o que não entendi foi por que o Blog do Halk, um dos mais acessados dentro da corporação, retirou a matéria redigida pelo NCP (Novo Ciclo Policial) que tratava do tema. Terá sido represália? Ou mais uma daquelas questões onde não se sustenta o teor da matéria?

Então primeiramente para entendermos o caso concreto do que estamos tratando aqui, seja o seu questionamento ou não, da promoção desse quadro, para isso precisamos entender de onde tal acesso foi realmente criado. Tal método não foi criado do nada e tão pouco começou a ser executado agora. Portanto, fomos atrás do amparo legal, pois aqui matamos a cobra e mostramos o pau:

1) LEI Nº 6.880, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1980

2) DECRETO Nº 90.116, DE 29 DE AGOSTO DE 1984

3) PORTARIA Nº 148, DE 17 DE DEZEMBRO DE 1998

4) DECRETO Nº 4.853, DE 6 DE OUTUBRO DE 2003

5) PORTARIA Nº 096-EME, DE 23 DE JULHO DE 2010

6) PORTARIA Nº 32-EME, DE 29 DE ABRIL DE 2011

7) PORTARIA Nº 70-EME, DE 21 DE MAIO DE 2012

8) PORTARIA Nº 93-EME, DE 20 DE JUNHO DE 2012

9) PORTARIA Nº 69 - DECEx, DE 9 DE MAIO DE 2014

10) PORTARIA Nº 70 - DECEx, DE 9 DE MAIO DE 2014


EXTRA 1) LEI Nº 12.705, DE 8 DE AGOSTO DE 2012



EXTRA 4) MP nº 657/2014


Após essa vasta pesquisa realizada, concluímos o seguinte:

1) De fato no passado para estar apto ao CHQAO (FFAA) ou nosso QOPMAES (PMDF), bastava apenas ter os requisitos mínimos (ser subtenente ou 1º sgt, ter CAS, ter nível médio, e menos 48 anos e contar com a vontade do comando em indicá-lo). Sendo indicado, para os demais postos as promoções adotar-se-ia os padrão normais;

2) No decorrer dos anos, o único amparo legal que existe e pode ser visto aqui com as fontes é a existência de uma lei, dois decretos e no restante uma vasta gama de portarias;

3) Qual o mal das portarias? Antes da lei 12.086/09 e inclusive outra lei 12.705/12 (no caso das FFAA), sempre existia o questionamento do porque não posso ingressa com idade X? Partindo desse princípio, qualquer outro ordenamento que não seja Lei não tem validade, logo pode ser alterado quando quiser ou quando for conveniente, assim como o famigerado RQQ (Regulamento que eu quero!);

4) Somando a lógica do item 3 e após inúmeros problemas na justiça, as FFAA (Forças Armadas) tiveram diversos problemas na justiça e principalmente cobranças pela própria justiça de que deveriam por isso em Lei. Daí quando saiu a nossa em 2009, eles foram mais arrochados e muitos entraram na justiça obtendo êxito;

5) Qual a nossa diferença de QOPMAES e CHQAO? Simples: diferente das FFAA, nós temos um aparo mais do que legal em Lei. Já no caso deles,  estão sendo cobrado por conta da mesma lógica da idade e com isso aos poucos estão publicando diversas portarias para que deixe a coisa mais transparente. Portanto é questão de tempo para que eles publiquem uma Lei e deixe o jogo claro, como é no nosso caso;

6) Se observarmos atentamente, em ambos os casos os requisitos acabam sendo parecidos, porém, o que muda, no nosso é caso, é a exigência de NS (Nível Superior), 18 anos de serviço, 51 de idade, pois o restante é praticamente igual;

7) No que tange a essa ADIN, ela pode ser acatada ou não. Porém, conforme as pesquisas acima e fontes, ela tem fortes chances de ser arquivada, pois querendo ou não, temos tudo em Lei e se ela deu esse lapso de tempo para que tais requisitos não fossem seguidos, jamais deixou de cumprir a Lei à risca, então, não há razão para questionamentos;

8) Mas caso haja questionamentos, conforme o item 7, o jeito é esperar e entrar na justiça para que a decisão seja judiciária! Mas sabem como? Oras, para ambos os casos tanto pra praça como pra oficial, nessa Lei estipulou-se inúmeros lapsos de tempo para que determinadas promoções sequer fosse exigidas tais cursos (o que podemos entender como regras de transições). Ou seja, se estão questionando o acesso ao QOPMAES, mais do que justo que também se faça o mesmo questionamento do porque Capitão sem o curso de CAO sair Major ou Major sair Tenente Coronel sem o CAE e posteriormente sair Coronel? Então, se querem questionar os praças, porquê também não os questioná-los? Tais requisitos pode até não ser por meio de concursos,  porém, tais cursos, querendo ou não, são requisitos para promoções;

9) Agora é importante saber que caso esse questionamento seja realmente levado ao pé da letra é fato eles vão caçar todos os QOPMAES que foram beneficiados nesses últimos 5 anos concedidos pela Lei 12.086. Daí, mesmo estando legalmente amparados por essa Lei, sabemos que vamos ficar na mão de quem vai decidir pela ADIN, ou seja, o magistrado.

10) Seguindo a lógica do item 9, torna-se evidente de que eles querem apenas um motivo para acabar com esse quadro. Alguma dúvida?

Conclusão:

Após a citação das diversas fontes e colocações, chegamos à conclusão de que isso que eles estão buscando fazer é uma afronta completa e totalmente descabida. Torna-se evidente que estão buscando primeiro um boicote geral e claro acabar com o quadro de QOPMAES para aproveitamento das vagas, assim como é feito nos demais que deixaram de existir.

No entanto, diferente do que acontece nas FFAA, lá não existe Lei especifica (como por exemplo a cobrança de idade), logo se tal questionamento fosse feito lá, não caberia nenhum questionamento, bastava simplesmente acabar com CHQAO e ninguém poderia reclamar.

Portanto, aqui e por mais que haja questionamentos, temos uma Lei Federal que elenca expressa e taxativamente o que deve ser levado em consideração para tal ingresso. Sendo assim, repito: estamos na mão de quem vai decidir isso (Magistrado). Pois se depender da Lei ela está a nosso favor e não tem o que ser questionado, cabendo somente o questionamento e ao lapso concedido sem concurso. No restante, está tudo dentro da LEGALIDADE.

E caso a justiça venha a “despromover” os praças que foram beneficiados, a mesma será obrigada fazer a despromoção não só dos QOPMAES, e sim também dos QOPMs em geral e quando dizemos GERAL estamos nos referindo a TODOS que não tendo CAP/CAEP/CAO/CAEO na época ou nesse intervalo concedido foram "SIM" promovidos.

Portanto nobres colegas parem e pensem direitinho: Quem tem mais a perder? Garantimos que não será um grupo específico, mas sim praticamente 90% do efetivo hoje e 100% dos que já foram. Senão, cadê os requisitos previstos pelo LIMPE da CF/88??

Vejam bem onde esses intelectos se meteram!!! Vai chover Ações Judiciais!!!


Equipe técnica Poliglota...

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

INDIGNADO, MAS DIAS MELHORES VIRÃO...

                        Peço as devidas desculpas aos PPMM/BOMBEIROS MILITARES e familiares, mas não posso deixar de comentar!!! Deplorável!!!
                        Nós policiais/bombeiros militares reclamamos e fazemos críticas de tudo, porém na hora de mudar (votar naquele(s) que pretendiam fazer algo que ninguém fez) continuamos votar em corruptos, pessoas que não farão nada, absolutamente nada. Depois choramos quando nossas reivindicação não são atendidas, não temos voz, não temos coragem, não temos honestidade, não temos fidelidade e não temos transparência e os poucos que a demostram (todos os PPMM e Bombeiros e seus familiares que votaram em: Tenente RR - POLIGLOTA, Cel RR - FRAGA), ainda são desconsiderados.
                        Lamento profundamente a inexpressiva, insípida, fraca, pálida, desenxabida, descorada, insossa, frouxa e fria a quantidade de votos dispensados ao Ten. POLIGLOTA. Perdemos um grande líder na Câmara Legislativa, continuarmos no fundo do poço, ou será que alguém ainda é ingênuo suficiente para imaginar que parlamentares civis onde muitos despejaram seus votos farão algo por nós???
                        Hoje vejo nobres companheiros, que embora cansados  da luta se prepararam para mais uma batalha. Foram bravos guerreiros que todos militares deveriam ter honrado com seus votos, pois deram "suas caras para bater em especial o TEN RR POLIGLOTA". No entanto, continuamos na mesmice da hipocrisia, crendo naqueles que foram eleitos e que certamente não irá nos ajudar.
                        Seja qual for o governo empossado, se não tiver combate no congresso e câmara legislativa, certamente não seremos reconhecidos, e é bom que pensem nisso da próxima vez!!!
                        Ao amigo Poliglota, a família Apóstolo agradece a compreensão e saúda sua família. Não desista nunca: "tamo junto e misturado"!!! Tenha orgulho dos seus quase 6 mil votos para a primeira eleição (barriga verde) e não desanime diante daqueles que julgavam ser os mais bem preparados para representar nossa categoria, afinal, foram pífios 598 e 1114 votos, muito distante dos seus com chapão e tudo. Esses já estão na era do gelo!!!
                        Para que todos ponham em prática: "convença alguém que votou na Dilma a mudar seu voto no segundo turno."
                        Vejam o vídeo abaixo, rapassem nos facebooks, "zapzap", e-mails, etc...
                        Estou indignado, mas creio que dias melhores virão!!!


Do amigo: Adenilton Apóstolo Evangelista

domingo, 12 de outubro de 2014

Sou Frejat 22 e Aécio 45 – Está decidido!


Prezados colegas e leitores,

Como todos já nos conhecem e sabem de nosso compromisso com a ética, a verdade e a transparência, não somos de ficar em cima do muro.

Seguindo meus princípios de fidelidade à minha causa, e acompanhando a executiva Nacional e Regional de meu partido o qual tenho orgulho, decidi que vou continuar apoiando Jofran Frejat (22) e Aécio Neves (45).

Na minha humilde opinião não creio que o candidato do outro partido seja capaz de atender ou pelo menos se interessar pelos problemas da minha classe. Seu histórico deixou rótulos que serão difíceis de serem retirados e não posso esquecer que ele fez parte desse governo que nos massacrou, sendo um dos avalistas das 13 promessas que nunca foram cumpridas.

Para completar, causou-me estranheza agora aos 45 minutos do segundo tempo a adesão repentina desse candidato ao presidenciável Aécio Neves e do qual nunca foi aliado, demonstrando um ato digno de pessoas despreparadas e uma clara intenção oportunista.

Suas últimas declarações, a meu ver, já demonstraram que a nossa instituição é só mais uma entre tantas e nem mesmo a contribuição notória de mais de 121 mil votos que levaram Frejat ao segundo turno foram suficiente para que o tal candidato adversário nos respeitasse e apresentasse uma proposta clara e objetiva para o que reivindicamos há anos.

Por essas e outras razões, jamais fugiria de meus princípios éticos e morais e a esquerda para mim está absolutamente enterrada. Com isso convido a todos os policiais e bombeiros que verdadeiramente tem o brio estampado na farda que vestem para que compareçam na Quarta-feira dia 15, às 20:00 horas no Hípica Hall para que ouçamos a reafirmação dos compromissos de Frejat para com nossas instituições.

Uma coisa eu tenho certeza: “EU NÃO QUERO O AGNELO DE NOVO E NEM QUERO UM NOVO AGNELO!”.


Poliglota...

sábado, 11 de outubro de 2014

Batalhão de Polícia Rodoviária faz homenagem às crianças

Uma blitz diferente no Posto do Batalhão de Polícia Rodoviária localizado na via de acesso a Samambaia.

Com a presença do Grupo de Teatro da Polícia Militar, composto por policiais militares, os veículos com crianças eram parados e para surpresa uma festa montada com tudo que alegra uma criança. Algodão doce, pipoca, escorregador, pula-pula... A criançada se divertiu a valer.

“Essa é uma iniciativa que objetiva educar os pais na condução de seus filhos nos veículos e ao mesmo tempo aproximar a criançada da família policial”, disse o comandante do Batalhão de Polícia Rodoviária, Tenente Coronel Lobão.


Fotos do evento:







Por Poliglota...