terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Texto publicado por delegado da PCDF causa mal-estar com a PM

Policiais militares repudiam acusações do Diretor de Comunicação da Polícia Civil do DF sobre invasão de atribuições da corporação


O conflito perene entre as polícias Civil e Militar ganhou um novo capítulo nos bastidores das duas corporações. Tudo por conta de uma nota publicada pelo delegado de Polícia Civil do Distrito Federal Miguel Lucena no site Diário do Poder. O texto, intitulado “A PM não quer ser mais PM”, acirrou os ânimos e deu origem a notas de repúdio e discussões nas redes sociais.

No texto, Lucena destaca supostas práticas irregulares da Polícia Militar, que estaria invadindo um campo que pertence à Polícia Civil. Em determinado trecho, ele diz que “a PM passou a avançar no território do adversário, cumprindo mandado de busca e passando a lavrar Termo Circunstanciado. Além disso, deslocou uma quantidade enorme de policiais para o que chamam de serviço velado, que nada mais é do que investigação policial”.

MAIS SOBRE O ASSUNTO

O texto causou uma grande reação das entidades que representam os policiais militares do Distrito Federal e de Goiás, além da Caixa Beneficente da corporação brasiliense, a Cabe. A PMDF afirma que, “ao tentar denegrir a imagem das polícias militares e de seus profissionais, o delegado demonstra um comportamento que visa tão somente a satisfação de interesses pessoais.”

Para a Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (Assof-GO), “e lamentável que um agente público, e ainda mais da área policial, acredite que as reivindicações elas mínimas condições dignas de trabalho e salário, façam parte de um plano orquestrado para enfraquecer a outra instituição policial.”

Nota de Repúdio by Metropoles on Scribd 


Nota de Repúdio by Metropoles on Scribd



A Cabe, por sua vez, pontua que “posições destemperadas e com firmes objetivos políticos, como a que o ilustre ‘jornalista’ alimenta, carece de fundamentos jurídicos e conhecimento policial, que são essenciais ao se fazer comentários como os tecidos em sua matéria”.


O outro lado

Em resposta às notas de repúdio, Lucena ressaltou, no site Diário do Poder, que escreveu o artigo não na condição de diretor de Comunicação da PCDF, e sim como jornalista. Na noite de segunda (20), Lucena enviou uma nota ao Metrópoles para comentar o caso. Confira:

“Respondo como cidadão e delegado de carreira, não como servidor comissionado obrigado a fingir. As notas articuladas de entidades diversas reafirmam o propósito das polícias militares de todo o país de avançar sobre as atribuições das polícias civis, a quem manifestam respeito aparente mas não impedem que suas tropas realizem pelas redes sociais campanhas de terra arrasada contra a Polícia Judiciária.

O tratamento mais ameno que policiais militares dão Brasil afora aos policiais civis é o de balconistas, desmerecendo, por má-fé ou ignorância, uma atividade que exige análise, técnica e ciência.

Amesquinham tanto as nossas funções que consideram o capô de uma viatura um espaço digno para a realização de um procedimento que exige formalidades previstas em lei.

Após a sociedade brasileira lutar arduamente pela conquista das liberdades democráticas, solapadas por um regime de exceção, os militares querem levar os civis de volta aos quartéis, onde funcionam como um organismo à parte da sociedade.

Se as entidades subscritoras das notas encomendarem uma pesquisa de opinião pública, saberão que a polícia ostensiva sumiu das ruas do Brasil e no Espírito Santo tentou garrotear, intimidar e impor sua vontade às instituições democráticas.

Fingir que está tudo bem, quando se trava uma guerra de bastidores para açambarcar atribuições e até impedir conquistas específicas, imitando o invejoso que prefere perder dois a ver o vizinho ganhar um, é prestar um desserviço à verdade e eu não estou disposto a encenar esse papel.

Miguel Lucena”


Fonte: Metropoles.com

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Policiais Militares peitam o Exército e não permitem a retomada de Quartel

Depois da medida do Ministério Público de determinar ao comandante da Polícia Militar do Espírito Santo, Coronel Nylton Rodrigues (foto) de que em 4 horas retomasse os quartéis e colocasse o policiamento nas ruas, mesmo com o uso proporcional da força, a situação se agrava a cada instante.



Ontem à noite, um grupamento do Exército tentou retomar um dos quartéis e foi barrado por policiais militares, comandados por um capitão não identificado no áudio (abaixo), que afirmou que não iriam concordar com o cumprimento de ordem absurda. “Nossos familiares nunca brigaram por nós e estão fazendo isso porque não podemos. Não encostem as mãos em nossos familiares, porque se preciso for morreremos com eles”, disse o capitão aplaudido pelos demais policiais.


Hoje pela manhã, mais uma vez o atual comandante da Polícia Militar, coronel Nylton Rodrigues, fez um apelo para que os policiais voltem ao trabalho. A estratégia é de que os policiais não se apresentem nos batalhões, mas sim diretamente nos postos de trabalho. Ontem, segundo divulgado pela mídia local, alguns policiais forma presos administrativamente e no Quartel Geral da PM várias viaturas se apresentaram espontaneamente para serem presos.

Sem diálogo

O governo já afirmou que não haverá diálogo sem que antes o policiamento volte ao normal nas ruas da capital e interior. Militares das forças armadas e da força nacional patrulham alguns pontos e fazem a segurança nos terminais rodoviários, mas isso não tem sido o suficiente para trazer a tranquilidade e sensação de segurança à população.

O movimento é liderado por parentes dos militares que pedem, além dos reajustes salariais e melhores condições de trabalho, a saída imediata do secretário de segurança André Garcia. “Esse senhor é um alienado que não quis nem saber de conversa com a gente. Um pau mandado do governador que nem aqui está para tratar e resolver os problemas que ele mesmo causou”, disse uma das organizadoras do movimento.

Uma reunião chegou a acontecer com os organizadores do movimento que, segundo o comandante, concordaram em encerrar os atos, tudo devidamente registrado em ata, mas depois mudaram de ideia. "Tudo foi registrado em ata. Após essa reunião, grupos políticos realizaram outras reuniões com outras deliberações. Policiais que já estavam nas ruas voltaram para os quartéis", disse o comandante Nylton.

Com relação à volta dos policiais aos batalhões, indicando um aquartelamento, o coronel Nylton afirmou que, se de fato isso ficar comprovado, os militares vão respondera disciplinarmente e criminalmente.

Ex-secretário Nacional de Segurança Pública faz dura crítica a favor dos policiais

"Não vou entrar em detalhes ou ajuizamentos sobre o que está acontecendo no Espírito Santo. Só digo que entendo o seguinte: o estado plutocrático brasileiro trata os seus policiais como mero "braço armado" para conter os pobres e blindar os ricos. As nossas oligarquias de mauricinhos, patricinhas, playboys e dondocas, alçados à condição de homens públicos e mulheres públicas, gente das "boas famílias" brasileiras que se apossaram da política, vêem os policiais como os seus "empregadinhos" autorizados ao uso da força. A visão das elites sobre a polícia é totalmente oportunista e patrimonialista. Também as elites da trágica pseudo-esquerda brasileira, em relação a isso, não se portaram diferentemente, quando estiveram no poder.

Exigem tudo da polícia e quase nada dão em troca. Sub-pagam, sub-empregam, sub-equipam, sub-capacitam. No fundo, têm pelos policiais, que querem que os protejam, o mais absoluto desprezo. Direitos humanos não são também para policiais. Nem reivindicar e se organizar podem.Quando a coisa explode, e sempre explode, e muitas vezes explode muito mal e desordenadamente, ficam apavoradas, revoltadas, ultrajadas, mas não revisam os seus procedimentos em relação às polícias. Sufocam sempre na base da repressão, nada aprendem, nada evoluem.

E esperam que a coisa mude? Vai sempre piorar e se tornar mais perigosa...
Nada mais triste do que uma classe dominante que, além de muito perversa, é também muito burra..." (Ex Sec Nacional de Seg Pública. Professor Ricardo Brisolla Balestreli).

Da redação, com informações da Gazeta Online ES

Por Poliglota...

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

GDF ia dar uma rasteira na PMDF e CBMDF em relação aos reajustes salariais para a PCDF


Áudio, supostamente do deputado Wellington Luiz, vaza em redes sociais e mostra golpe que a PCDF tenta aplicar na PMDF e CBMDF com suposta anuência do Palácio do Buriti



Um áudio vazado nas redes sociais em grupos policiais e que supostamente suspeita-se ser de autoria do deputado distrital Wellington Luiz (PMDB-DF) com um interlocutor chamado “Marcão”, mostra o que estamos alertando há vários dias acerca do possível reajuste a ser concedido à Polícia Civil do DF em detrimento das corporações militares, todos órgãos ligados à Secretaria de Segurança Pública do DF e que lutam por reajustes salariais.

Segundo o áudio, o deputado Wellington Luiz deixa claro que o Governo do Distrito Federal estava prestes a conceder um aumento aos policiais civis sem que os policiais militares e bombeiros também fossem beneficiados, porém as tratativas vazaram antes da hora. Para isso iriam utilizar a imprensa, através do Correio Braziliense e da Coluna Eixo Capital editada pela jornalista Ana Maria Campos e a influência política de Tadeu Filippelli, presidente do PMDB-DF e atual assessor do Presidente Michel Temer.

Para que isso desse certo, iriam utilizar como “instrumento” a criação de uma gratificação de Auxílio-moradia, semelhante a existente nas corporações militares. Porém, mesmo eles tendo o cuidado para que o intuito não vazasse ele acabou vazando e não sabem se foi o próprio Buriti quem vazou. No entanto, a legislação (CF de 1988, Art 37) proíbe que eles, agentes e delegados policiais civis, que por receberem através de subsídios, incorporem qualquer parcela remuneratória em seus vencimentos, conforme explicitado abaixo:

X - a remuneração dos servidores públicos e o subsídio de que trata o § 4º do art. 39 somente poderão ser fixados ou alterados por lei específica, observada a iniciativa privativa em cada caso, assegurada revisão geral anual, sempre na mesma data e sem distinção de índices;  (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998) 

XI - a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal;

Mas a garantia que os policiais civis contam é o empenho de Tadeu Filippelli, diretamente por intermédio do governo federal, por ser assessor do presidente e ele, deputado Wellington Luiz, como Secretário Geral do Partido no DF. Segundo ainda o áudio, não há porque a PMDf e o CBMDF contestarem já que o instrumento vai buscar um benefício que eles já dispõe e não o contrário.

Como já foi dito anteriormente pelos Comandantes das corporações militares e do Chefe da Casa Militar, as lutas da co-irmã Polícia Civil são justas e merecidas, mas da mesma forma já foi alertado ao Governo do Distrito Federal que nenhum tratamento unilateral será aceito. Somos mantidos e organizados pelo Fundo Constitucional do DF e aquilo que tiver que ser feito em prol da segurança pública, que seja para todos os órgãos que a compõe. Ponto!

Da redação,


Por Poliglota...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

DESCULPAS, DESCULPAS E MAIS DESCULPAS QUE NÃO CONVENCEM MAIS AO ELEITORADO

Com todo respeito aos excelentíssimos deputados distritais que faltaram à votação hoje na Câmara Legislativa sobre o veto às tarifas de transporte público, mas como dizia minha falecida avó: “Agora Inês é morta”, que significa na expressão da língua portuguesa atual "não adianta mais". Geralmente a frase hoje é usada para expressar a inutilidade de certas ações.

Inúmeras desculpas serão apresentadas através de notinhas em redes sociais e páginas pessoais para justificar as ausências. Vão de doenças pessoais e de familiares, até a impossibilidade de reprogramar compromissos previamente assumidos, como até mesmo deixar a família sozinha numa viagem de férias.

Mas o tempo e a experiência nos ensinou que nem tudo que reluz é ouro. Se os interesses fossem inversos, deles distritais e não do povo, será que os esforços não seriam envidados para estarem presentes? Será que se a votação fosse mexer no bolso dos já polpudos salários, gratificações, planos de saúde, ajudas de custo e verbas de gabinetes, estariam eles ausentes?

Alguns estão tentando, a todo custo, livrar suas caras e a da própria “Casa do Povo”, induzindo o povo de que “agora a coisa mudou”. Novas práticas, novas caras na Mesa Diretora, novos compromissos. Até aí nada mudou, pois esses foram os discursos de outrora que apenas se repetem agora. Falam até de autonomia, mas quem disse que os poderes não são autônomos entre si? O que faltou até hoje foram COMPROMISSOS COM A SOCIEDADE e com o MANDATO que a própria sociedade os outorgou. Precisam entender que seus mandatos não lhes pertence e sim ao povo. Estão, apenas, deputados. Então que legislem em prol do povo. Sejam deputados do povo e não de governos.

Com o advento da tecnologia e o surgimento fantástico das redes sociais, a modernização e a aproximação do parlamento com o seu eleitorado se tornou uma realidade irreversível. Agora não dá pra entender porque alguns desses parlamentares ainda insistem em “mandar recados” quando podem fazer seus pronunciamentos diretamente aos interessados, seus eleitores, principalmente nas redes de WhatSaap, a mais utilizada por toda população e em conexão real.

Ora, primeiro que se não compareceram, mesmo com mais de uma semana de avisos antecedentes à sessão, que tenham a hombridade de serem honestos e falarem a verdade aos seus eleitores e não vir com desculpas esfarrapadas que não os convence mais. E se formos analisar nua e cruamente, cada um dos “faltosos” tinham um interesse particular aliado com o governo. Precisa citar mais detalhes?

Assisti numa rede social um desses parlamentares destratar um líder comunitário por questioná-lo e outro não ter a simples capacidade de responder a duas palavrinhas apenas: CONTRA ou A FAVOR! Que compromisso podemos esperar de parlamentares assim? E é bom que entendam que a vitória não foi deles e sim da população que os colocou na parede. A essa sim toda honra e mérito.

Mas como o tempo é o senhor da razão, 2018 está muito próximo. Engana-se quem acha que as campanhas eleitorais não começaram. Começaram sim e muito precocemente, mas com uma vantagem ao eleitor: Podem escolher com antecedência quem está sendo o joio e quem está sendo o trigo.

A única coisa que devemos fazer com bastante frequência é tomar muito “Fosfozol” e “Vitasay”, se ainda existirem no mercado, porque a memória jamais poderá falhar quando na sua frente estiver uma urna em 2018.

Grande abraço a todos,


Poliglota...

sábado, 7 de janeiro de 2017

FACÇÕES CRIMINOSAS: Um verdadeiro exército do mal que quer dominar o Brasil

Marcola, Fernandinho Beira-mar e Compensa, os reis do crime no Brasil

Uma semana de chacina em dois presídios foi o suficiente para que as autoridades brasileiras voltassem seus olhos para o sistema prisional no país e, principalmente, nas centenas de facções criminosas espalhadas por esses presídios e nas capitais.

Foram mais de 90 mortos, vítimas de guerras protagonizadas pelo poder entre eles próprios. Em Manaus 60 presos foram brutalmente assassinado e em Roraima 33 presos. O risco de algo similar ocorrer em cadeia pelo país afora não está descartado, já que agora cada grupo vai querer chorar e vingar seus mortos.


A realidade é praticamente a mesma em todos os presídios, com superlotação das casas prisionais, concentração de facções rivais, além da falta de efetivo. Não resta a menor dúvida de que o problema está na falta de políticas de longo prazo para o setor e o que vem sendo feito são apenas medidas paliativas que mudam a cada novo governo.



O Primeiro Comando da Capital (PCC), a poderosa facção paulista, a maior do Brasil, quer o Rio de Janeiro. Aliado ao Comando Vermelho a mais de duas décadas, rompeu acerca de pouco mais de um ano e agora querem avançar no terreno dos velhos sócios e para isso começaram cooptando aliados nos cárceres, centros operacionais e residência das cúpulas do crime no Brasil.

O PCC, cuja organização se assemelha cada vez mais a de uma grande corporação dispõe até de uma Diretoria de Relações Institucionais, comprovado através de mais de 1.500 grampos captados pela polícia em prisões de todo o país, entre fevereiro e outubro de 2016. A facção oferece uma mega estrutura aos seus “associados” como assistência jurídica, empréstimo de armas e drogas, apoio no Brasil todo e nos países vizinhos onde o PCC tem ramificações, e melhores condições na prisão, de TV de plasma à frango frito para o jantar.

PCC quer invadir o Rio de Janeiro em busca de espaço pelo país

Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, à frente do CV, e Marcos Willians Hermes Camacho, o Marcola, à frente do PCC, se tornaram homens procurados internacionalmente e ganharam notoriedade continental. A “Família do Norte”, conhecida pela sigla FDN, surgiu em 2006 da aliança entre dois ex-rivais do mundo do tráfico de Manaus. José Roberto Fernandes Barbosa, conhecido como “Compensa” e Gelson Carnaúba, o “G”, que dominava a região Sul de Manaus.

Mas quem são eles na real?

Marcola – Marcos Willians Herbas Camacho - Líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcola, 48 anos, nasceu na Vila Yolanda, em Osasco (SP). Órfão de mãe, não conheceu o pai e já roubava aos 9 anos, no Centro de São Paulo. Sua primeira condenação foi em 1987 por assalto à mão armada. Só foi preso em 1999 por participar de dois roubos a banco e cumpre pena em presídio de segurança máxima em Presidente Venceslau.

Fernandinho Beira-Mar – Luiz Fernando da Costa - Nascido em Duque de Caxias (RJ), Fernandinho Beira-Mar, 49, foi criado na favela Beira-Mar e é líder do Comando Vermelho (CV). Aos 20 anos, foi preso por furtar armas do Exército. Cumpriu pena, voltou à favela e tornou-se líder do tráfico. Para fugir da polícia, já se refugiou no Paraguai e se aliou às FARC. Foi preso em 2001 e cumpre pena de 200 anos em Porto Velho (RO).

Zé Roberto da Compensa – José Roberto Fernandes Barbosa Compensa, 44 anos, fundou a facção Família do Norte (FDN), de Manaus. Aos 12 anos iniciou a vida no crime e já foi preso quatro vezes. Compensa é o elo dos traficantes do Peru e da Colômbia com o Brasil. Já esteve preso em Porto Velho (RO) e Catanduvas (PR). Durante uma fuga, em 2013, matou dois comparsas que se aliaram ao PCC. Cumpre pena em Catanduvas (SC).

Facções, integrantes e arrecadações anuais

No Primeiro Comando da Capital (PCC), 29 mil é a estimativa de integrantes da facção em todo país com uma arrecadação próxima de 300 milhões de reais anuais. O Comando Vermelho (CV) tem cerca de 20 mil integrantes espalhados por todos os presídios do Brasil com quase 60 milhões arrecadados anualmente e a Família do Norte (FDN) tem 200 mil membros cadastrados em um sistema informatizado como se fosse um banco de dados e com senhas. A arrecadação anual está estimada entre 6 a 12 milhões de reais.

Como visto, temos um verdadeiro exército do mal espalhado pelo país inteiro nos presídios e se nenhuma ação efetiva e eficiente for tomada, muito em breve correremos o risco de ter os estados reféns dessas facções criminosas, se já não o são.

Da redação com informações da Istoé

Por Poliglota...

Violência: Mais um Policial Militar assassinado. Segurança Pública precisa tomar as rédeas

Estamos somente no sétimo dia do ano de 2017 e a criminalidade assusta a população. Depois do assassinato da professora no Gama, do idoso no Itapoã e do taxista em Brazlândia, o quarto latrocínio do ano foi registrado nesta madrugada de sábado (7/1) contra um policial militar

Nessa madrugada, enquanto a Polícia Militar prendia o suspeito de assassinar a professora Raquel, no Gama, mais um latrocínio acontecia entre Brazlândia e Taboquinha (GO). Dessa vez a vítima foi o Policial Militar do DF Luiz Carlos de Oliveira. Segundo apuramos, a chácara do policial foi invadida por um bandido que além de matá-lo com três tiros ainda levou sua arma.

Na quinta-feira (5) um taxista foi morto a tiros por um casal que se passou por passageiros para enganar a vítima. Eles anunciaram o assalto e exigiram dinheiro e o carro. Na quarta (4), uma professora morreu no Gama depois de ter o carro roubado. Ela foi atingida por um tiro no peito disparado Leandro Pereira (24 anos), conhecido como “canudo” e já identificado pela polícia.

Dados apurados pelos órgãos de segurança e divulgados no portal Metrópoles, mostram os índices de latrocínios registrados nos dois últimos anos. O levantamento identifica o dia da semana, a faixa horária e os locais onde os roubos seguidos de morte ocorreram com maior frequência.

Para se ter uma ideia de como anda a violência, no ano de 2015 ocorreram 187 tentativas de latrocínio e 46 óbitos em relação a 2016, onde os registros apontam para 262 tentativas e 42 óbitos consumados. Isso significa dizer que a cada oito dias uma pessoa é vítima de latrocínio na capital da república.


No ranking das cidades que mais registraram esse tipo de ocorrência, Ceilândia está em primeiro lugar, com 50 casos, somando 2 latrocínios e 48 tentativas. Na sequência, vêm Samambaia (7 e 28); Taguatinga (3 e 21); Gama (2 e 21) e Paranoá (2 e 19).

Repúdio

Enquanto os meios de comunicação do país estão voltados para os massacres internos de presos, fruto de guerras entre facções rivais como o PCC (Primeiro Comando da Capital, CV (Comando Vermelho) e FDN (Força do Nordeste) e o governo discute as indenizações às vítimas desses confrontos nos presídios de Manaus e Roraima, só no Rio de janeiro 9 policiais foram mortos e agora 1 policial em Brasília. Até o fechamento dessa matéria, nenhum meio de comunicação havia divulgado o fato.

A imprensa, principalmente as grandes mídias escritas e televisivas, resiste em divulgar esses dados estatísticos sobre o assassinato de policiais. As comissões de Direitos Humanos não se manifestam também a não ser nos casos onde o marginal, o bandido, aquele que por nada ceifa a vida do trabalhador e pai de família esteja sendo tratado como vítima. Agora o que mais preocupa é o “silencio institucional” acerca das mortes de policiais, algo realmente intrigante.

Enxugando gelo

As polícias, tanto a Militar como a Civil, têm feito sua parte mesmo com o reduzidíssimo efetivo que ambas dispõe. As políticas de segurança pública empregadas atualmente já se mostraram ineficazes, aliada à benevolência da justiça que tem permitido colocar nas ruas novamente o criminoso pego em flagrante e liberado nas Audiências de Custódia.

Segundo especialistas ouvidos pelo blog, a tendência é que essa elevação da criminalidade continue pelos próximos três meses, onde as férias de servidores vão proporcionar um maior fluxo de recursos e pessoas nas ruas da capital, como disse George Felipe de Lima Dantas, especialista em segurança pública.

De acordo com o portal Metrópoles que entrou em contato com a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social para pedir dados oficiais detalhados sobre latrocínios, a mesma se recusou a divulgar as informações sob a alegação de que “a divulgação das manchas criminais pode gerar consequências para além da área de segurança pública, como, por exemplo, a discriminação dos moradores dessas áreas e a desvalorização imobiliária, entre outros problemas”. Isso é um completo absurdo.

Enquanto isso....

Da redação com informações do CB e Metropoles,

Por Poliglota...

EXCLUSIVO: Policiais Militares capturam suspeito de assassinar a professora no Gama

Numa ação conjunta de policiais militares do GTOP 31, viaturas de trânsito e serviço velado do 11º Batalhão de Samambaia, foi capturado agora a pouco o assassino da professora Raquel Costa Miranda, morta em frente um posto de saúde no Setor Central do Gama, Leia Aqui..

Na delegacia Leandro Pereira, 24 anos, conhecido como “Canudo”, negou que tenha atirado em Raquel e que a arma teria disparado após ela ter dado um tapa no revólver. No entanto, no local da prisão e em áudio gravado pelos policiais ele afirmou que atirara no peito da professora.

O assassino estava escondido numa chácara localizada na Ponte Alta Sul, próximo à Embrapa, na companhia de sua namorada e um casal de comparsas que estavam dando o suporte para a fuga. A arma do crime foi apreendida num local chamado Boa Vista, no Novo Gama e é a mesma que, supostamente, foi utilizada no crime.

Após roubar o veículo da professora e seguir rumo a cidade do Novo Gama, tomou conhecimento da repercussão do crime e, desesperado, resolveu incendiar o carro para apagar os vestígios, informando que seu objetivo era somente roubar as rodas do veículo.

Participaram da operação o ST Rinaldo, Sgt Barreto, Sgt M.Tavares, Cb Otávio e Sd Edílaine

Da redação,

Por Poliglota...

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Ação eficiente: PMDF recupera 6 veículos furtados no mesmo dia



Num mesmo plantão, Equipe do GTOP de Ceilândia conseguiu recuperar seis veículos furtados

A Polícia Militar conseguiu recuperar, nesta quarta-feira (4), seis veículos roubados. No Sol Nascente, policiais do Grupo Tático Operacional do 8º Batalhão recuperaram quatro motos roubadas e na QNM 25 de Ceilândia e QNL de Taguatinga, a mesma equipe recuperou dois veículos roubados, um Fiat Strada e um Honda Civic.

Por volta das 17h15, os policiais receberam informações de GPS do local onde estava um moto roubada. Ao chegar no endereço, a equipe se deparou com um brejo e nada foi encontrado. Após um breve patrulhamento, eles suspeitaram de uma moto que estava em um lote fechado. Os policiais adentraram ao lote e encontraram quatro motos produtos de roubo/furto. As motos foram conduzidas à 24ª DP para providencias legais e restituição aos proprietários.

Às 21h50, o mesmo grupo tático recebeu informação da placa de um veículo Fiat Strada vermelho que havia sido utilizado no roubo de um Honda Civic prata, na QNL 21. Na QNM 25, os policiais avistaram o Strada suspeito. O carro tinha um ocupante e fez uma manobra diferenciada ao notar a presença da viatura policial. O Fiat Strada também havia sido roubado, às 10h20, desta quarta-feira (4). 

Na abordagem ao assaltante, foi dada a ordem de parada, momento em que ele fugiu em alta velocidade e, em seguida, abriu a porta e pulou com o carro ainda em movimento. O Strada colidiu com uma árvore e o assaltante foi preso.

Ao chegar na 23ª DP, os policiais se depararam com o proprietário do Honda Civic registrando a ocorrência do roubo. "No momento do assalto havia dois rapazes no carro Fiat/Strada, sendo que um deles desceu e me abordou com um revólver, anunciando o assalto e subtraindo o carro", relatou o proprietário do Honda Civic.

O assaltante foi reconhecido pela vítima e autuado por roubo e receptação de veículo. O Honda Civic foi encontrado pelo Gtop abandonado na QNL 16, em Taguatinga.

Gtop 28B: sargentos Arruda, Marco Antonio, Fabricio e Blune.

Da redação,